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● Neste ano-novo, se faça novo, reduza a ansiedade, regue de ternura os sentimentos mais profundos, imprima a seus passos o ritmo das tartarugas e a leveza das garças.

● Não se mire nos outros; a inveja mina a autoestima, fomenta o ressentimento e abre, no centro do coração, o buraco no qual se precipita o próprio invejoso.

● Espelhe-se em si mesmo, assuma seus talentos, acredite em sua criatividade, abrace com amor sua singularidade. Evite, porém, o olhar narcísico. Seja solidário: estenda aos outros as mãos e oxigene a própria vida. Não seja refém de seu egoísmo.

● Cuide do que fala. Não professe difamações e injúrias. O ódio destrói a quem odeia, não o odiado. Troque a maledicência pela benevolência. Comprometa-se a expressar alguns elogios por dia. Sua saúde espiritual agradecerá.

● Não desperdice a existência hipnotizado pela TV ou navegando aleatoriamente pela internet, naufragado no turbilhão de imagens e informações que não consegue síntetizar. Não deixe que a sedução da mídia anule sua capacidade de discernir e o transforme em consumista compulsivo. A publicidade sugere felicidade e, no entanto, nada oferece senão prazeres momentâneos.

● Centre sua vida em bens infinitos, nunca nos finitos. Leia muito, reflita, ouse buscar o silêncio neste mundo ruidoso. Lá encontrará a si mesmo e, com certeza, um Outro que vive em você e que quase nunca é escutado.

● Cuide da saúde, mas sem a obsessão dos anoréticos e a compulsão dos que devoram alimentos com os olhos. Caminhe, pratique exercícios, sem descuidar de aceitar as suas rugas e não temer as marcas do tempo em seu corpo. Frequente também uma academia de malhar o espírito. E passe nele os cremes revitalizadores da generosidade e da compaixão.

● Não dê importância ao que é fugaz, nem confunda o urgente com o prioritário. Não se deixe guiar pelos modismos. Faça como Sócrates, observe quantas coisas são oferecidas nas lojas que você não precisa para ser feliz. Jamais deixe passar um dia sem um momento de oração. Se você não tem fé, mergulhe em sua vida interior, ainda que por apenas cinco minutos.

● Arranque de sua mente todos os preconceitos e, de suas atitudes, todas as discriminações. Seja tolerante, coloque-se no lugar do outro. Todo ser humano é o centro do Universo e morada viva de Deus. Antes, indague a si mesmo por que, às vezes, provoca nos outros antipatia, rejeição, desgosto. Revista-se de alegria e descontração. A vida é breve e, de definitivo, só conhece a morte.

● Faça algo para preservar o meio ambiente, despoluir o ar e a água, reduzir o aquecimento global. Não utilize material que não seja biodegradável. Trate a natureza como aquilo que ela é de fato: a nossa mãe. Dela viemos e a ela voltaremos. Hoje, vivemos do beijo na boca que ela que nos dá continuamente: ao nutrir cada um de nós de oxigênio e alimentos.

● Guarde um espaço em seu dia a dia para conectar-se com o Transcendente. Deixe que Deus acampe em sua subjetividade. Aprenda a fechar os olhos para ver melhor.

Feliz 2018!
[Ps: Leia Frei Betto, Rubem Alves, Mia Couto e todo mundo que é e não faz questão de ser.]


Completar 43 anos, não é tão difícil assim...

 No início, você pode até estranhar mas, anos mais tarde, acabará se acostumando. Completar 43 anos é, em uma certa manhã, olhar-se no espelho e perceber que seu corpo está mudado, que ganhou alguns imperdíveis quilinhos e algumas indesejáveis marcas de expressão. É sentir que não é mais tão jovem e capaz de despertar grandes paixões (mais pra que se já conquistei as paixões da minha vida) mas também não é tão velho para que possa viver sem algumas delas. 

É descobrir que metade, ou mais da metade de sua vida já se foi, e que você ainda não realizou todas as coisas que queria e não sabe se terá tempo suficiente para realizá-las. Por isso, a ansiedade, a pressa, os medos. Mas, por outro lado, é também ter mais serenidade, mais paciência, mais compreensão da vida e dos outros. É não sofrer por coisas pequenas, e ter coragem para enfrentar as grandes dificuldades, os grandes problemas. Afinal, problemas são apenas fatos que não ocorreram de acordo com o desejado, e o tamanho deles é aquele que nós o atribuímos.

Hoje, eu posso até agradecer pelos problemas e dificuldades que apareceram em minha vida, pois se não fossem por eles não estaria onde estou. Não teria realizado os meus grandes sonhos: ser marido e pai. 

Portanto, meus sentimentos hoje são apenas de gratidão. Agradeço a todos que nos últimos anos cruzaram meu caminho... Enfim, todos que contribuíram para o meu crescimento e minhas realizações.

Só peço à DEUS, que conserve minha saúde e meu entusiasmo, pois o tempo pode até enrugar a pele, mas a falta de entusiasmo enruga a alma. Quando isso acontece começamos a morrer. Portanto, nossa maior preocupação não deve ser o envelhecer, ou morrer, e sim, o fato de ter a vida, mas não viver. 

...e felicidade, se eu não estiver muito enganado, é ter noção da precariedade da vida, é estar consciente de que nada é fácil, é tirar algum proveito do sofrimento, é não se exigir de forma desumana e, apesar (ou por causa) disso tudo, conseguir ter um prazer quase indecente em estar vivo." 

 Feliz 43 anos para mim!!!!

Juliano Fabricio
com 43, mas corpinho de 42.


# seja amigo de pecadores;
# ande com prostitutas e publicanos;
# não se apegue a muita grana e nem a muita bagagem;
# não ajunte tesouros na terra;
# contente-se em ser contado como malfeitor, perturbador, ...subverta;
# não negocie no templo, afinal agora o templo é você;
# não afaste as crianças, submeta-se a ser guiado por uma delas,
# abra mão do sistema estabelecido (status quo),
# esqueça hierarquias,
# inverta a opressão,
# abra mão da sua força,
# caminhe lado a lado,
# prefira mesas e festas;
# não tenha medo de tocar;
# não busque o poder, pelo contrário, esvazie-se dele;
# seja silencioso como o nascer de uma semente, 
# seja discreto como o fermento na massa;
# não lave as mãos;
# enfim...Conte histórias...

Para quem ainda quer seguir as dicas de um Jesus fora de moda, resta a toalha e a bacia do lava-pés, (inclusive lavando os pés do seu traidor); o serviço ao próximo que envergonha os títulos e constrange os arrogantes e que por isso não cabe em seus discursos ufanistas. Quem quiser ser maior no Reino, seja servo do seu próximo, porque neste Reino, muitos considerados desprezados pela sociedade precederão a todos. É tudo uma questão de ouvidos, os conselhos estão lançados e Jesus afirmou que quem tem ouvidos para ouvir – o Dele – ouça.

O que mais me intriga é que muitos de vocês não entenderam nada do que ELE quis dizer. 

PS: Se você percebe que tem algo que está fora de moda, 
porem é fundamental ao evangelho,  por favor deixe um comentário!!!

Juliano Fabricio
Em processo de 
desconstrução religiosa


Em seu famoso sermão de em 1522, Martinho Lutero clamou: 

"Ah! se Deus permitisse que a minha interpretação e a de todos os outros mestres desaparecessem, e que cada cristão pudesse chegar diretamente à Escritura apenas, e à pura palavra de Deus! Percebe-se já por essa tagarelice minha a incomensurável diferença entre a palavra de Deus e todas as palavras humanas, e como homem algum pode, com todas as suas palavras, adequadamente alcançar e explicar uma única palavra de Deus. Trata-se de uma palavra eterna e deve ser compreendida e meditada com uma mente silenciosa. Ninguém é capaz de compreendê-la a não ser a mente que a contempla em silêncio. Para qualquer um capaz de fazê-lo sem comentário ou interpretação, meus comentários e os de todos os outros não seriam apenas inúteis, mas um estorvo. Vão para a própria Bíblia, caros cristãos, e não permitam que as minhas exposições e as de outros estudiosos sejam mais do que uma ferramenta que capacite a edificar de forma eficaz, de modo que sejamos capazes de compreender, experimentar e habitar a simples e pura palavra de Deus; pois apenas Deus habita em Sião". 

Como disse certa vez que o ápice do conhecimento não é conceitual mas experiencial: eu sinto Deus. 

Essa é a promessa das Escrituras: Aquietai-vos e sabei (experimentem) que eu sou Deus. Minha própria jornada dá testemunho disso. O que quero dizer com isso é que um Deus vivo e amoroso pode fazer e de fato faz a sua presença ser sentida, pode falar e de fato fala conosco no silêncio do nosso coração, pode e de fato nos acolhe e acaricia até que não tenhamos mais qualquer dúvida de que ele está próximo, de que ele está de fato aqui. 

Tal experiência é pura graça para os pobres, para as crianças e para os pecadores, que são os personagens privilegiados no evangelho da graça. Ela não pode ser extraída à força de Deus. Ele a concede livremente, de fato a concede, e tem concedido a gente como Moisés, Mateus, Paulo e eu mesmo. Na verdade, não existe ninguém para quem Deus a negue. Disse Inácio de Loyola: "A experiência direta de Deus é de fato graça, e basicamente não há ninguém a quem ela seja recusada". 

Valeu Martinho...e a reforma continua... 

Juliano Fabricio


Há os que carregam o peso do mundo nas costas. 
Há os que se abstêm de carregar pesos e giram leves pelo mundo. 
Há os que têm o mundo em suas mãos. 
Há os que se deixam levar pelos pesares do mundo e choram escondidos. 
Há os que fazem do seu mundo um recanto onde tudo flutua. 
Há os que esperam, há os que vão. 
Há os que veem, há os que somem. 
Há os que fogem para fora e os que fogem para dentro. 
Há os que respiram; há os que não sabem fazer pausas. 
Há os que amam; há outros que preferem ser amados.
Há os que não amam; há outros que fingem bem.

Há os que desistem. 
Os que resistem.
Os que insistem. 
Os que persistem. 
Os que existem. 
E uns poucos que coexistem!!!

Pense na vida como uma série de repetições, com pequenas variações, nuances por vezes difíceis de identificar e distinguir, segundos absolutamente relevantes e horas simplesmente descartáveis, momentos para se guardar no peito e instantes para se apagar da memória, 

pense que tudo ao redor gira porque essa é a natureza do planeta que nos foi dado, mas que andar em círculos é tão ineficaz quanto andar em linha reta, 

desvie de sorrisos falsos e cruze desertos por um abraço,

aceite a visita de quem te visita sem avisar e feche as portas para quem quer entrar quando você sai (lembre que o mundo dá voltas, aliás) – roda mundo, roda peão, roda moinho, roda-gigante – tome uma cerveja e tome tento, porque essa vida trata de tentar nos fazer de tontos, mas nada, nada, sobrevive a um salto certo, no instante apropriado, com pessoas que amamos ao redor.

Juliano Fabricio
em coisas que importam!!!


Existem coisas no cristianismo que podem ser compreendidas mesmo por quem está de fora, por quem ainda não é cristão; 

existe, por outro lado, 

um grande número de coisas que só podem ser compreendidas por quem já percorreu um certo trecho da estrada cristã. São coisas puramente práticas, embora não o pareçam. São instruções de como lidar com certas encruzilhadas e obstáculos da jornada, instruções que não têm sentido até que a pessoa esteja diante deles.

Sempre que você deparar com uma frase de um escritor cristão que você não seja capaz de compreender, não se aborreça. Deixe-a de lado. Virá um dia, talvez anos mais tarde, em que você subitamente entenderá o que ela queria dizer. Se não consegue entendê-la agora, é porque ela só lhe faria mal.

E se for o caso de sermos criticados nessa jornada, que seja pelos motivos certos. Não porque somos emotivos demais, mas porque não somos emotivos o bastante; não porque nossas paixões são inflamadas, mas porque são ínfimas; não porque somos afetuosos demais, mas porque carecemos de uma afeição profunda, apaixonada e irrestrita por Jesus Cristo. 

Só alcança isso quem de fato teve uma experiência com DEUS.

E essa experiência começa quando percebemos que não podemos viver a tarde da vida de acordo com o programa da manhã. Pois essa consciência ilumina para nós o que realmente importa, o que realmente conta.

Bem-vindo a pura realidade de um cristão.
Juliano Fabricio
Em busca disso.......


Na tão esperada noite da virada, marcada por festas regadas a muitas bebidas de um lado e por pobreza do outro, haverá sempre as mesmas expectativas de regime, as mesmas promessas de reeducação alimentar, de prática de exercícios físicos, a já conhecida disposição de ser amável, de ser tolerante com o próximo, de não se endividar, de fazer poupança, de voltar a estudar... E assim a nossa lista de ano novo é sempre velha.

Confesso que me pego fazendo isso, porem vai ai algumas dicas pra que esse ano de 2016 possa ser realmente novo no que diz respeito às coisas mais essências à vida. Ai estão elas: 

● Nunca descreia do poder do amor, ainda que você demore muito a ver os resultados; 

● não tema pedir em oração, pois o Pai tem prazer em nos ouvir pedindo em fé confiante, mas lembre que Deus não esta preso à oração, posto que somente nos atenda naquilo que Ele, como Pai, não julgue que nos fará mal; 

● leia a bíblia, especialmente a parte chamada de novo testamento, pois toda pessoa que, tendo tal chance, não a use, demonstra que não deseja mesmo conhecer a Deus, posto que seja pela leitura da palavra que melhor se possa discernir a vontade de Deus; 

● Exercite-se na generosidade, pois por tal exercício seu coração se manterá sóbrio em relação a dinheiro e poder; 

● Nunca fuja de uma necessidade humana que você possa ajudar a resolver...Seria como fugir de Jesus; 

● fuja do pensamento malicioso. Seja sábio e sóbrio, mas não olhe com malicia, posto que o olhar malicioso corrompa todo o seu ser; 

● cuidado com todas as raízes preversas... Sim, cuide de seu coração para que nele não cresçam as raízes da inveja, da amargura, da arrogância ou da auto-vitimização, pois essas são as piores raízes; 

● nunca se sinta importante, pois tiraria toda a sua naturalidade de ser e viver..., alem de que tal sentir é a ladeira para o abismo; 

● nunca fuja de nenhuma verdade sobre você ou sobre quem você ame, pois, para tal evasão perde-se o discernimento e afunda-se no auto-engano...alem disso, quem determina um auto-engano no pouco, esse será enganado no muito; 

● Ame a DEUS a ao próximo, e não existirá lugar para ídolos em seu coração. 


Enfim... Que possamos colar em nossas mentes estas preciosas lições para que ao final de 2016 fique evidente que:

Deus operou em nós, por nós, além de nós e apesar de nós. 

...que a Graça® do DEUS seja a motivação para alcançar tudo em todos os lugares e que sua misericórdia faça de nós, gente de verdade e que em 2016 sua vida seja nova de fato. 

Feliz ano novo todo dia... 

Juliano Fabricio
e que venha 2016...
[Ps: com crise ou sem crise, ELE cuidará de nós...]


Uma vida vivida por Deus é notavelmente bem amarrada. 

# suas alegrias são genuínas, 

# sua paz não é superficial, 

# sua humildade é profunda, 

# seu poder formidável, 

# seu amor abrangente, 

# sua simplicidade como a de uma criança confiante. 

São a vida é o poder nos quais se moveram profetas e apóstolos. 

São a vida é o poder de Jesus de Nazaré, que ensinava que, quando o olho é íntegro, o corpo inteiro está cheio de luz.

E ai, algo parecido???

Juliano Fabricio
#provocações


Você sabe que tem gente se matando agora, não sabe? 

Tem um povo bombardeando outro, crianças apavoradas, mulheres subjugadas. Uns homens soltam bombas, outros prendem o choro. Edifícios desabam fáceis, sob a mira dos mísseis prateados, impecáveis. Famílias se desmancham como papelão na enxurrada, canalhas fogem com o dinheiro do povo. Ódio vira regra, medo se faz prática, desespero se torna música. O sucesso de audiência é a nossa escandalosa miséria de todos os dias.

E você, decerto, já se deu conta do quanto sobrevivemos desviando, esquivando, escapando, correndo uns contra os outros. Não que eu acredite que isso tudo vá mudar por obra da nossa mais pura e simples vontade esperneada. Mas eu tenho a impressão de que a gente devia passar mais tempo juntos, sabe?

Porque assim, juntos, talvez a gente perceba, cheios de vergonha, o quanto se deixou convencer de que essa porcaria toda é “normal”. Normal, assim, como um cachorro ordinário que morde o outro porque tem todos aqueles dentes pontudos e eles não podem ficar ali na bocarra sem uso e você sabe, cachorro morde mesmo, morde por puro instinto.

Juntos, quem sabe a gente compreenda que “normal” é coisa nenhuma! E que é preciso resgatar do fundo da gaveta aquela velha capacidade de indignação desbotada que fazia tanto sucesso no verão passado.

Quem sabe assim teremos, para cada declaração de guerra, um milhão de declarações de amor rasgadas, confessadas sem pudor a quem quiser ouvir. E na esteira de cada afirmação amorosa seguirão novos gestos e atitudes renovadas e medidas de amor desmedidas.

Para cada um dos longos anos que nos separaram até agora, brotarão das rachaduras no asfalto florestas de instantes a nos unir em abraços emocionados de encontro e festa.

É, sim. A gente devia passar mais tempo juntos. Devia parar e sentar e conversar e lembrar nossas coisas. E lá, no terreno baldio das lembranças saborosas, estaremos nós, engatinhando por uma selva de pernas enormes em uma festa chata de adultos enfadonhos, ouvindo ao longe suas conversas altas e miradas importantes, até uma hora chegarmos ao abrigo sob a mesa grande, de onde roubaremos uns brigadeiros e cajuzinhos para nossa ceia secreta e submersa, protegidos do mundo e de suas questões inatingíveis em nosso universo simples e subterrâneo.

De nosso encontro, soltaremos os risos que um dia seguramos para a foto até doer o rosto. E a cada risada alta, o amor há de acordar de seu sono, o amor e sua energia atômica, sua força motriz poderosa, sua vontade que a tudo movimenta e estremece acenderá nas sombras e explodirá feito as bombas dos facínoras.

Seu estrondo despertará nossas coisas de amor que nos arrancam do sofá e nos põem de pé, em movimento, a seguir nosso caminho de um tempo novo, a seguir cenas dos próximos capítulos, rodadas na descida de nossa serra do mar, nosso corredor da vida onde se vai adiante mais do que se espera cair do céu.

Porque do céu nada cai exceto nós mesmos, despertos de nossos sonhos de grandeza em cada pequeno acaso de nosso dia depois do outro.

Juntos, aprenderemos de novo a pedir com jeito, a trabalhar com força e desejo e honestidade, repetindo delicadezas em todos os idiomas, batucando textos de amor como pretextos para amar.

E em nossa imaginação amorosa, inventaremos pessoas, cenas, famílias, festas, churrascos de domingo, casamentos repletos de gente amiga, disposta a reescrever a história toda. Ou ao menos a nos fazer sentir menos sós.

Assim, juntos, irmanados pela aventura do amor à vida, a nós mesmos e ao outro, criaremos uma nova ordem, um novo estado de coisas, e escreveremos a milhares, milhões, bilhões de mãos a nossa declaração universal dos direitos e deveres de amar.

Não que eu acredite que toda a miséria do mundo assolado pela raiva e a burrice vá frear sua marcha louca de uma hora para outra, e os exércitos se ajoelhem sob a beleza de um arco-íris monumental debruçado sobre todos os continentes. Mas ao menos estaremos juntos.

Amantes, amores, amados, avante. Ao trabalho!


Pois me conta um amigo querido que um dia uma criança sua conhecida, viajando no banco de trás do carro, pergunta à madrinha que dirige cuidadosa:

— Dinda! Você sabe de onde vem o amor?

— Não sei, não, meu querido. Tô tentando descobrir. Por quê? Você por acaso sabe?

— Eu sei! O amor vem do acreditamento…

Do alto de seus quatro anos de idade, o autor da tese entrou para a história de sua família. Fosse o mundo mais atento, entraria para a Academia Brasileira de Letras. E eu fiquei pensando que o maior gênio especialista na alma humana, o filósofo mais desprendido e o poeta mais iluminado não teriam uma suspeita tão acertada. Segundo o menino, o amor vem de lá, do que ele chama de acreditamento. Esse estado intermediário entre o susto inicial e a descrença final do amor. Esse território sublime, fundado para além das bandas da desesperança e da incompreensão.

Amar vem de acreditar. É lá, no lugar seguro onde impera a confiança, que se formam as primeiras possibilidades amorosas. Lá são geradas as populações de borboletas que esvoaçam incômodas no ventre dos apaixonados, as noites memoráveis de lua e conversa, os pássaros e sons que nascem com o dia.

Lá também, nos campos verdes da esperança, as paixões incendiárias refrescam seus ímpetos para aos poucos se transformar no amor que é entendimento, respeito, apreço, afeto e essas coisas que deixam a vida mais leve.

Como a criança e seu olhar generoso sobre a vida, quem acredita no amor não tem medo dos sentimentos ruins que o envolvem e o contradizem. A escassez do nosso tempo, o desespero superficial de suas causas, a pressão raivosa dos incompreendidos, a mágoa dos abandonados, a angústia dos perseguidos, o medo dos condenados.

Para dentro das fronteiras do acreditamento, o amor cozinha seu caldo quente, eterno e sublime que derrete todos os medos. A dor, o desamparo, os pavores de todas as causas. A espera da resposta indesejada, a notícia inesperada, as verdades duras jogadas na cara, as mentiras dolorosas, as sentenças de morte, as declarações de ódio, a intolerância, o abandono, a rejeição. Tudo, tudo isso são cidadelas vizinhas à terra da esperança, a seara vigorosa do amor à qual só tem acesso quem acredita.

Porque quem segue acreditando sabe que a saudade de toda sorte e toda gente, os álbuns de fotos antigas, as velhas mágoas, as ilusões perdidas, as demoras eternas, os longos anos que nos separam e os segundos que nos unem nada são senão degraus na longa escadaria que nos eleva ao amor mais puro e simples.

Lá, de onde vem tudo isso, se encontra todo o sonho que no mundo ainda resta. Lá se acredita no amor e em todos os seus outros nomes. 

Na coragem do primeiro encontro contra o medo da morte. Na liberdade contra a opressão de qualquer tipo, na compreensão contra a ignorância, na fartura contra a miséria.Quem tem esperança não espera apenas, mas vai em busca. Peregrina até os campos mansos do acreditamento, onde brotam alegrias de todos os tipos e tamanhos, rompendo o solo com força em todos os cantos: a chegada de uma criança ao mundo, o amor cuidadoso nascendo no coração dos irmãos que ganharam um cachorro, os trabalhadores esforçados, a dignidade da vida, as grandes amizades, as paixões fecundando aqui e ali, marias-sem-vergonha explodindo suas sementes invisíveis de amor louco.

Nos vales onde vivem todos os que acreditam, os caminhos são pavimentados de lembranças. Alegrias furtivas, casamentos inesquecíveis, tardes à beira de um lago de prata, risos, choros, descobertas, reencontros, grandes alívios, almoços de domingo e elas, as primeiras vezes, as tantas primeiras vezes de tudo na vida.

É de lá que vem o amor. Vê ali, naquela janela, o homem viúvo tomado de pesar? Ele vai sorrir de novo. Nota os motoristas cheios de gentilezas e cuidados no trânsito. Percebe as crianças olhando respeitosas para os velhinhos. Contempla toda essa gente servindo ao outro como escoteiros. Eles agem assim porque acreditam.

É assim que é. É de lá que vem o amor, forte, gentil, livre e generoso como a imaginação de uma criança passeando de carro. O amor vem de lá. Agora eu sei. 

O amor vem do acreditamento.
Eu acredito.


Provérbios 14:31 diz que quem oprime o pobre insulta quem o criou. É como se o DEUS da bíblia dissesse: 

“Eu sou o pobre no seu caminho, eu sou o pobre em sua vizinhança. Sua postura para com eles revela qual é a sua real postura para comigo.

Ps: O cara está falando de Missão Integral ou estou enganado????



Atualmente, a depressão afeta mais de 350 milhões de pessoas no mundo inteiro. Infelizmente, parentes ou amigos não entendem o que se passam com uma pessoa com esse problema.

Se você ou alguém próximo a você sofre de depressão, procure ajuda profissional. Esse pode ser o primeiro grande passo em direção a uma grande mudança.


Aula inaugural na FEA USP 2014.    *vale pelos conselhos*

Stephen Charles Kanitz é um consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School e bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo.

#conversa com DEUS em uma sincera poesia - vale a pena ouvir*

Já pintou por aqui esse cara… Oswaldo Montenegro, é um dos grandes artistas do Brasil…

Pelo pouco que sei, ele não é cristão nem nominal, mas como não é segredo para ninguém, eu sou um grande fã do trabalho dele desde muito novo.

Nessa poesia cantada ele tem uma sincera conversa com Deus, exatamente, ele conversa com o criador de maneira honesta, de uma maneira tal como poucas vezes eu vi um cristão fazer…

Não tem muito o que escrever aqui, visto que a sinceridade da oração dele quebra meu coração em mil pedaços e me faz orar junto com ele, questionando coisas que a igreja moderna tornaram inquestionáveis… Colocando argumentos que fariam os teonazistas me mandarem para a fogueira da inquisição como já fizeram com vários líderes que ousaram olhar nos olhos de Deus e perguntar: Mas pq? Para no final da oração dizer: Não entendo, mas amo você…



Parafraseando C.S Lewis: “Houve muita conversa fajuta a respeito de Deus nos últimos tempos.” 

E não é isso que quero pra minha vida!!! Enfim... Livrei-me de todas essas imitações de um Deus baseado na falsificação do evangelho.

Essa tortuosa jornada me pintou um Deus com uma sensação de inadequação pessoal, de uma luta cansativa pela santificação por meio do desempenho moral, de um padrão comportamental, de uma busca equivocada em atingir a todo custo o sobrenatural, da pretensão de ter acesso ao extraordinário de Deus e usá-lo em meu favor e da ideia de que esse deus tem que me restituir as custas da minha devoção a ele.

...resumindo essa performance toda me deixou exausto…

O cristão que se alimenta desse vida performática corre sérios riscos de ser produto de uma evangelho falsificado. Uma mensagem tão falsa que, apesar de ser dita na igreja, adota critérios bem diferentes daquele que Cristo ensinou.

Quantos noites deitava na cama com a consciência cheia de culpas, por não ter orado o bastante, por não ter jejuado tempo suficiente, por não saber a bíblia decorada, por não conseguir fugir dos pecados e meu coração estava preenchido de um sentimento de que talvez Deus estivesse longe de mim. Isso me fazia afastar de uma comunhão com DEUS por imaginar que não seria capaz de me enquadrar conforme deveria. 

...essa meta era alta demais para mim.

Nessa época, apesar de frequentar uma igreja, continuar tocando, fazendo, já não me lembrava da razão de estar lá. Apesar de estar no meio de um monte de gente, eu vivia um medo de confessar minha fraqueza e forçava uma postura que no fundo não era eu mesmo. Para quem olhava de fora, eu era um cara legal espiritualmente falando, porem eu estava me distanciando de Cristo.

Engraçado que tudo começou a mudar quando me dei conta não do poder de DEUS e sim da sua FRAQUEZA. Explico... fraqueza de um Deus, que sendo todo-poderoso morria como um fracassado, cuspido, difamado, condenado sem acusações. E Jesus, apesar de ser Deus, não fez nada para evitar seu sofrimento e não tinha como meta de vida alcançar uma aceitação popular, não vivia segundo os olhos dos outros mas sabendo quem era e de que Reino pertencia. Não era um defensor de bandeira doutrinal, nem um exaltador da lei, mas era o Filho amado do Pai.

Foi ai que percebi quem realmente eu era. Achei um lugar nos seus braços, um acolhimento para as horas difíceis, uma projeção eterna de uma vida abundante. 

...superei a religião.

O que me pergunto é: onde é que essa mensagem estava antes, pois nos púlpitos que passei ninguém tinha me falado disso, ninguém tinha me contado quem eu era, pois estavam falando mais da vida religiosa, de dinheiro, do combate aos gays, de merecimento, de desempenho, de manipular o sobrenatural, e a mensagem da cruz já tinha sido esquecida, e o milagre do amor feito ali tinha sido abandonado. Trocaram a cruz de Cristo pelo enaltecimentos da cultura evangélica.

Hoje não sou mais um estranho, sou filho. Agora sei quem sou. Essa consciência é tudo. 

Juliano Fabricio 
em "a vida como ela é".


Olhe ao seu redor – quantas pessoas estão na busca da felicidade? Quantas pessoas tiveram coragem de abandonar o que a sociedade esperava deles, para ir ao encontro do que realmente gostam? Quantas pessoas estão revendo suas escolhas – tanto na área pessoal e profissional, quanto na área dos relacionamentos? Temos o privilégio de podermos viver nessa era tão transformadora, na qual basta um olhar mais atento para perceber que uma revolução está acontecendo e que não – não somos mais os mesmos, e não vivemos como os nossos pais.

No entanto, essa busca pelo que realmente significa para cada um nunca é fácil. Sair da zona de conforto significa enfrentar de perto seus fantasmas, seus medos, suas dúvidas. Significa desapontar pessoas que tinham expectativas sobre você, significa dizer para a sociedade que não, você não é e não vai ser aquilo que eles esperam de você. A trajetória do despertar é dolorosa, mas os frutos colhidos são absolutamente recompensadores.

Como disse Voltaire: "Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-lo. " 

Ps: no caso desse vídeo concordo com muita coisa. Vale a reflexão!!!!! E por favor... sem preconceito!!!



Somos menos humanos do que gostaríamos, porque não sabemos ainda o que é ser humano.

Os genes que nos faz humanos são os mais recentes, não estão tão adaptados e sedimentados.

Muitos genes animais com o tempo serão desligados, como 90% do genoma humano que é lixo genético que nós carregamos sem necessidade.

Fidelidade masculina é um comportamento humano recente, um gene por assim dizer ainda em desenvolvimento.

Faz muito mais sentido hoje um homem ser sexualmente fiel, do que gastar o seu tempo em motéis seduzindo mulheres e torcendo para que elas nunca engravidem.

Mas nem todos adquiriram o gene da fidelidade, ou ainda tem o gene da promiscuidade animal ligado, por isto talvez ele tenha sofrido tantas recaídas, perdendo a sua batalha com os genes animais.

Somos menos humanos do que gostaríamos, porque não sabemos ainda o que é ser humano.

Mais um exemplo que discutiremos em detalhe mais adiante.

Muitos intelectuais brasileiros, sociólogos e historiadores fazem suas ciências com a premissa de que o ser humano é egoísta.

Que o ser humano é ganancioso, que só busca o lucro, danem-se os outros.

Rose Marie Muraro, é mais do que taxativa, “homem é egoísta, mulher é altruísta”.

Uma frase ofensiva aos homens, o que provavelmente era a intenção da autora, mas que não se justifica no mundo acadêmico, pautado como deveria ser na ciência.

Hoje, geneticista sabe que um antepassado nosso egoísta não sobreviveria sequer um único dia, ninguém conseguiria caçar mamutes sozinho.

Até hoje, quem quiser produzir tudo sozinho produzindo bens somente para si morrerá de fome.

É o triste futuro de todos que acreditam no “artesanato”, na “economia solidária”, no professor de universidade que dá aula “sozinho”.

O que nos faz humanos não é o gene do egoísmo é o gene da cooperação.

Cooperação que vai desde a relação homem mulher na família até a cooperação das 200 pessoas que trabalham no hospital do seu bairro.

Se tiver um funcionário egoísta ou se o marido for egoísta e a mulher também, nem preciso dizer o que irá acontecer.

Cooperamos porque queremos o bem de todos, e é assim que nós avançamos, pela cooperação e não pelo egoísmo.

Por isto, a Ciência da Administração está lentamente substituindo a Economia, a Política e a Sociologia. Administração lida com a cooperação de pessoas estranhas entre si, 2.000 a 30.000 delas.

Não que ela seja uma ciência superior, mas a Administração sempre partiu do princípio da cooperação como força motriz que rege o movimento civilizatório, e o administrador sempre se preocupou em aprimorá-la, estimulá-la e incentivá-la.

Hoje, a ciência da administração é a terceira opção do jovem brasileiro, depois de Medicina e Advocacia.

Se o seu futuro marido ou esposa é formado em Administração, seu casamento já começou na trilha certa.

Você terá alguém que acha que a essência do ser humano é a cooperação, e não a centralização do poder na mão de um dos dois, do homem provavelmente.



Uma história verídica de amor, coragem e sacrifício. “Bonhoeffer: O agente da graça” apresenta a trajetória de Dietrich Bonhoeffer, ministro alemão que se uniu à resistência contra o nazismo de Hitler na Segunda Guerra Mundial. Firme na Palavra de Deus, enfrentou desafios e a morte e é considerado hoje um dos maiores mártires do século XX.

O filme ganhou vários prêmios: “Melhor Filme – Festival Monte Carlo 2000″, “Melhor Imagem e Melhor Produção” – ICVM 2001 e Melhor Drama – Medalha de Bronze – Festival New York 2001.


Escrita por Eric Metaxas, a biografia Bonhoeffer – Pastor, mártir, profeta, espião traça o perfil profundo e cuidadosamente detalhado de um dos teólogos alemães mais importantes desde Lutero e uma das figuras principais da resistência contra o regime nazista.

Inspirativo, desafiador e emocionante, Bonhoeffer é o relato instigante do que um homem pode fazer movido por amor ao próximo e contra a injustiça de um regime totalitário.

Um livro para ser lido e discutido por todos que acreditam na liberdade e no dever de lutar para que essa liberdade alcance a todos.



Fazia tempo que não lia uma daquelas reportagens boas de verdade, que fazem você parar e refletir sobre o futuro desta geração que estamos criando.

A revista Time publicou no mês de maio um artigo fantástico sobre a "Geração me me me".

A reportagem me deixou com aquela dorzinha de estômago típica de quem sentiu o chapéu servir, em muitos aspectos. Vamos as minhas observações:

A revista aponta os nascidos entre 1980 e 2000 como narcisistas, preguiçosos, alienados e "gente boa", no sentido pejorativo da coisa. Lógico que sabemos que é uma generalização, mas me diga se você conhece muita gente assim, do seu círculo de amizades?

♥Narcisistas

Eu culpo o Steve Jobs por isso, pois desde que o smartphone foi criado, todos nós viramos narcisistas de uma maneira ou outra. Bota a mão aqui quem já virou o ângulo da cãmera para bater uma foto sua e depois de 17353 fotos iguais você finalmente optou pela mais bonita para colocar no seu Instagram, Facebook ou blog. Eita, viu? É a pura verdade. 

É um tal de vejam a minha roupa linda, as minhas unhas lindas, a minha casa linda, a comida linda do restaurante que eu frequento, se formos parar e pensar é ridículo demais, mas todos nós fazemos isso e como todos fazem, nem nos damos conta e achamos tudo normal.

Eu também faço isso, o chapéu fica lindo em mim! Sem medo de admitir as nossas faltas, não é mesmo?

Não acredito que exista voltar no tempo e não usar mais a tecnologia que temos disponível hoje, seguiremos narcisistas, mas podemos, quem sabe, nos dar conta disso e tentarmos cortar um pouco este impulso.

♥Preguiçosos

A revista conta que em meados dos anos 90 80% das pessoas queria ter um cargo de responsabilidade, mas ninguém queria começar de baixo para chegar lá. Acho uma graça quando todos querem ser gerentes mas ninguém quer começar devagarinho, aprendendo, engolindo sapo e trabalhando pesados em empregos menos glamourosos.

A nossa geração espera as coisas cairem do céu, de pára-quedas, mas sabemos que nada caiu do céu,  pois nada acontece se você não acordar cedo e for trabalhar. A preguiça é para estudar, para levantar cedo e trabalhar, somos uma geração bem preguiçosa mesmo, uma pena que seja assim.

♥Gente Boa

Achei bem interessante este ponto da revista, antigamente as pessoas se dividiam em 50% otimistas e 50% pessimistas, mas hoje o que vemos publicado na internet é 90% de otimismo. A revista aponta a personalidade #deboa para explicar que ao menos, apesar dos outros defeitos, a geração me me me é mais liberal quanto as diferenças e a minoria.

♥Alienados

Ahhhh isso eu não sou. Eu sou 100% atualizada em tudo! Eu leio diariamente as notícias. Sei de tudo o que acontece, nem que seja superficialmente. Sei os tópicos sobre política e economia (embora as vezes não entenda direito, mas tô por dentro), me interesso pelas descobertas científicas, pois é um assunto que minha esposa gosta e discutimos seguidamente, adoro a parte de cultura e estou sempre por dentro dos lançamentos de livros e filmes.

Eu confesso que tenho birra de gente que diz: "Eu não leio notícia pois só tem coisa ruim."

Há controvérsias. Se me deparo com tragédia demais no jornal, é opção minha pular aquela matéria ou não, mas simplesmente deixar de ler um jornal por dia por causa de tragédia não é desculpa. Você estará deixando de se informar sobre o restante dos 90% das matérias.

E outra, gente que não lê não tem papo, sabemos disso, a pior coisa é tentar conversar com alguém que não sabe nada, não está por dentro de nada, fica a sensação de ter que ficar procurando assunto para falar, pois qualquer coisa que se aborde o assunto morre em 20 segundos.

Fica a dica.

♥Ansiosos

Confesso... eu sou um pouco ansioso. Fato. Esta ansiedade toda é reflexo da correria atual. Reclamam que somos preguiçosos e alienados, mas temos que se virar nos 30 para dar conta de casa, filhos, trabalho, etc...hahahaha.

A revista define assim a " geração me, me, me" ou "Millenium" como chamam:

♥Otimistas
♥Abraçam o sistema
♥Mais pragmáticos, menos sonhadores
♥Vivem em um mundo sem grandes líderes políticos
♥Obsecados por celebridades
♥Acreditam em Deus, mas não são ligados a idéia de religião
♥Sofrem de maneira aguda a não estarem atualizados (mas não quanto as notícias reais, e sim as do Facebook e Instagram)
♥São bem informados, mas escolhem ser inativos
♥Amam seus Smartphones 


CONCLUSÃO:

Eu já sou velho para mudar na minha essência, posso aparar uns comportamentos duvidosos aqui e ali, mas a minha missão é não permitir que meus filhos crescam com este pensamento "me me me" desde cedo na vida. Se isso acontecer daqui 15 anos, ok, é mais difícil controlar um filho na adolescência, mas quero ensinar aos meus filhos HOJE a serem seres humanos informados mas dentro de um limite aceitável.

♥Ensiná-los a usarem a tecnologia, mas não ser dependente dela (menos Ipad, mais brincadeiras),

♥Não encorajar eles serem vaidosos....eles são naturalmente, 

♥Ensiná-los a não serem preguiçosos,

♥Ensiná-los a fazerem algumas tarefinhas em casa para fazer parte da família que contribui ativamente no funcionamento da casa.

Eu é minha esposa já comecamos a ensiná-los a nos ajudarem a botar as roupas no cesto, eles tem que juntar os brinquedos que jogam pelo chão (na nossa casa não existe brinquedos pelos chão, tudo é guardado e organizado, na medida do possivel) e ontem me dei conta que o nossos projetos de gente a cada dia se superam. Devagarinho vamos adicionando mais tarefas na listinha deles.

E aí? Como podemos lutar contra isso e ajudar nossos filhos pequenos a crescerem mais voltados ao nós e não tanto ao me?

Leia na íntegra na revista. (via)



O texto que se segue é um exercício daquilo que chamo de "Ficção Teológica". Não deve, portanto, ser tomado como doutrina. Apesar da coerência do que proponho aqui, não me atrevo a classificá-lo desta forma. 

***

“O que foi, isso é o que há de ser, e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há novo debaixo do sol”. Eclesiastes 1:9

A Bíblia é um livro cheio de histórias e personagens misteriosos. Entre eles, destacamos Melquisedeque e Elias. Ambos aparecem do nada, para depois desaparecerem súbita e misteriosamente.

De Melquisedeque se diz que era “rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão quando este regressava da matança dos reis, e o abençoou”[1]. Seu nome significa “rei de justiça” e “rei de paz”.

As Escrituras sempre relataram a genealogia de seus personagens, demonstrando com isso, que eram seres reais, que viveram em determinada época da História, e não seres míticos. Porém, Melquisedeque aparece do nada, “sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias, nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus”. Como se não bastasse, lemos que ele “permanece sacerdote para sempre”. O escritor de Hebreus nos leva a considerar “quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu o dízimo”. E aqui, “sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior”. E ele arremata, afirmando que Melquisedeque é “aquele de quem se testifica que vive”[2] .

Ora, diante de todas essas evidências, que alternativa temos, senão admitir que Melquisedeque é ninguém menos que o próprio Cristo? Alguns teólogos afirmam que Melquisedeque seria uma espécie de Teofania, uma manifestação de Cristo pré-encarnado. Ora, se isso fosse verdade, Melquisedeque não surgiria como um ser humano, de carne e osso, e sim, como um espírito.

Creio que Melquisedeque era o próprio Jesus, em carne e osso, trazendo conSigo o DNA de Maria, Sua mãe terrena. Aquele corpo que segurava o pão e o vinho oferecidos a Abraão, era o mesmo que segurou o pão e o vinho na noite da Santa Ceia. Como isso seria possível se todavia Jesus não havia encarnado? Ora, Jesus não encarnou mais de uma vez. Foi na Plenitude dos tempos que Ele Se fez carne, e habitou entre nós. Apesar disso, afirmo que foi com Cristo que o patriarca Abraão se encontrou naquele dia. Isso é testificado pelo próprio Jesus, ao declarar: “Vosso pai Abraão exultou por ver o meu dia; viu-o e alegrou-se”.[3]

Se Melquisedeque é Cristo, e este só Se fez carne uma vez, logo, como se explicaria a aparição de Melquisedeque/Cristo como uma pessoa de carne e osso muitos séculos antes da encarnação? Seria apenas uma ilusão de ótica? Ou, quem sabe, uma espécie de holograma?

Creio que não!

Não poderia o Filho de Deus ter viajado no tempo, voltando dois mil anos, até os dias de Abraão, para apresentar-Se ao patriarca? A menos que não creiamos que para Ele tudo seja possível, isso me parece factível.

Investiguemos o caso de Elias.

Esse profeta excêntrico surge repentinamente na História, em um momento de grande crise espiritual em Israel.

Ele é introduzido como “Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade”[4]

Nada se sabe sobre o significado do termo “tisbita”. Alguns arriscam dizer que um tisbita era alguém natural de uma cidade que poderia se chamar Tisbe, ou coisa parecida. Mas o fato é que jamais encontraram tal cidade, nem mesmo qualquer referência a ela, nem na Bíblia, nem em qualquer outro documento antigo. Diz-se que Elias era dos moradores de Gileade. Embora exista um lugar com esse nome nas Escrituras, Gileade significa “região rochosa”. Ele era proveniente das montanhas. Tal dado só acrescenta mistério à figura do profeta. Ele era um homem das cavernas, das montanhas. Ele não tinha casa, família, trabalho, ou qualquer ligação com aquele mundo, com aquele tempo.

Suas atividades como profeta, duraram cerca de 7 anos, e terminaram abruptamente, quando foi tomado por um redemoinho, diante do olhar de várias testemunhas (ao todo, 51 pessoas, entre Eliseu e os filhos dos profetas).

Para onde foi Elias? Pro lugar e tempo de onde teria vindo! Mas antes de voltar para o “presente”, ele fez uma breve escala no “futuro”. O redemoinho que o levou, o aterrissou no monte, para uma breve conferência com Jesus e Moisés, no evento que ficou conhecido como "Transfiguração". Elias ziguezagueou no tempo, indo ao passado, depois ao futuro, e retornando ao presente para poder experimentar a morte como todo ser humano.

Opa! O que Moisés estava fazendo ali? Elias, tudo bem, afinal de contas, não havia experimentado a morte. Mas Moisés morreu, e acerca disso a Bíblia não deixa qualquer dúvida. Antes de prosseguir nossa investigação sobre Elias, vamos tentar entender a situação de Moisés.

Ora, mortos não aparecem. Isso apoiaria a doutrina espírita, que por sua vez, não encontra respaldo bíblico. Aliás, os espíritas se valem desta passagem para defender a doutrina do contato com os mortos.

Não há qualquer mal entendido. Moisés realmente morreu. Deus não poderia ter mentido, quando disse ao profeta: “Morrerás no monte a que vais subir, e serás recolhido ao teu povo”.[5] E está registrado: “Assim Moisés, servo do Senhor morreu ali, na terra de Moabe, como disse o Senhor. Este o sepultou num vale, na terra de Moabe (...) mas ninguém sabe, até hoje, onde fica a sepultura”.[6]

Se Moisés realmente morreu, a ponto do Arcanjo Miguel disputar seu corpo com Satanás, como se explica a sua aparição no Monte da Transfiguração, em conferência com Jesus e Elias?

Creio que uma resposta possível seja a viagem no tempo. Durante o tempo em que Moisés passou no monte Sinai, Deus poderia tê-lo transportado para o futuro, para participar daquele extraordinário evento.

Vamos relembrar a experiência de Moisés no Monte, quando pediu que Deus lhe mostrasse a Sua glória. Talvez haja ali alguma pista que confirme a nossa suposição.

O texto diz:

“Então disse Moisés: Rogo-te que me mostres a tua glória. Respondeu-lhe o Senhor: Eu farei passar toda a minha bondade diante de ti, e te proclamarei o nome do Senhor. Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem me compadecer”.[7]

O que Deus quis dizer com fazer passar toda a Sua bondade perante Moisés? No texto original, a palavra traduzida por “bondade” é TOV, a mesma usada em Gênesis 1, toda vez que Deus avalia a Sua obra: “E viu Deus que isso era BOM”(TOV). Fazer passar todo o Seu BOM diante de Moisés, talvez signifique fazer um retrospecto da história, revelar-lhe toda a criação, pois é por meio dela que a glória de Deus é manifestada. Em um ínfimo lapso de tempo, Moisés testemunhou toda a criação, desde o primeiro TOV, até a última avaliação, quando Deus viu que tudo o que tinha feito era MUITO BOM (TOV MEOD). Moisés virtualmente viajou no tempo e no espaço, para assistir ao espetáculo da Criação, a fim de relatá-lo para nós.

E quanto à frase “te proclamarei o nome do Senhor”? Creio que ali lhe fora revelado o nome que é sobre todos os nomes, o nome de Jesus. E mais: creio que Moisés foi levado a um encontro pessoal com o portador desse nome no episódio da Transfiguração.

A frase seguinte é: “Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem me compadecer”. Geralmente, traduzimos isso como se Deus estivesse apenas declarando que teria misericórdia de quem Ele quisesse ter misericórdia. Mas o fato é que, no hebraico, esse é um dos textos mais misteriosos das Escrituras. Poderíamos traduzi-lo ao pé da letra dessa maneira: “Trarei graça o que houver trago graça e compadecerei o que houver compadecido”. Em outras palavras, farei o que já fora feito. Era como se Deus, propositadamente, misturasse os tempos verbais futuro e passado. Era, ainda, como se Moisés entrasse numa dimensão atemporal, onde não houvesse distinção entre o que se foi, e o que virá a ser.

O mais impressionante do texto vem agora. Deus disse a Moisés:

“Não poderás ver a minha face, pois homem nenhum pode ver a minha face, e viver. Disse mais o Senhor: Eis aqui um lugar junto a mim; aqui, sobre a penha, te porás. Quando a minha glória passar, eu te porei numa fenda da penha, e te cobrirei com a minha mão, até que eu haja passado. Depois, quando eu tirar a mão, me verás pelas costas; mas a minha face não se verá”.[8]

O único lugar seguro para que um mortal pudesse contemplar a glória de Deus era a tal penha, em cuja fenda Moisés deveria se esconder. A palavra traduzida por penha é TSUR, que também é traduzida por forma. Lembremo-nos que Jesus é a forma (imagem) do Deus invisível. Em outras palavras, a glória de Deus só poderia ser vista em Jesus. Somente amparado na fenda dessa Rocha, Moisés teria contacto com aquela Graça e Compaixão, reveladas em Jesus. Séculos depois, João diria que “a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo”.[9]

Moisés pôde assistir in loco, à manifestação de uma graça que só se revelaria plenamente em um futuro distante. Ele literalmente viajou no tempo e no espaço.

Deus lhe advertiu quanto à impossibilidade de ver a Sua face. Ele só poderia ver as Suas costas. A palavra traduzida por “costas” é ACHORAI, e possui duplo sentido. ACHORAI também significa “depois”. Deus estava dizendo que o que Moisés viria era o Seu “depois”, referindo-se ao tempo em que estaria encarnado entre os homens.

Lucas descreve assim o episódio em que Moisés e Elias se encontraram com Jesus:

“Estando ele orando, transfigurou-se a aparência do seu rosto, e suas vestes ficaram brancas e resplandecentes. Estava falando com ele dois homens, Moisés e Elias, os quais apareceram em glória, e falavam da sua morte, a qual havia de cumprir-se em Jerusalém”.[10]

Teria Moisés e Elias trazido alguma informação de que Jesus não dispunha? De primeira mão, a impressão que se tem é essa. Eles teriam vindo contar a Jesus algo que Ele desconhecia acerca de Sua morte. Mas há uma interpretação alternativa: o assunto da conferência era este, porém era Cristo quem encabeçava a conversa. Afinal, como podemos conferir nos versos anteriores, Jesus já estava muito bem informado acerca do preço que deveria ser pago pela salvação dos homens, e até sobre o tipo de morte que teria. Se não, Ele não teria dito: “É necessário que o Filho do homem sofra muitas coisas, e seja rejeitado (...) seja morto e ressuscite no terceiro dia (...). Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua crua e siga-me”.[11]

E quanto a Elias? Já vimos que ele embarcou em um redemoinho, para desembarcar no monte da Transfiguração. De onde veio esse excêntrico profeta que enfrentou Acabe, Jezabel e os profetas de Baal em seus dias? Ele veio do futuro.

Por que não há registro do nascimento de Elias nas Escrituras? Por que não encontramos sua genealogia? Simplesmente porque Elias era ninguém menos que João Batista.

Não estou falando de reencarnação. Tal doutrina não tem amparo bíblico. Estou falando que Elias veio ao mundo como João, filho de Zacarias e Isabel. E que, num dado momento, durante o período em que vivia no deserto, foi levado ao passado, para profetizar a Israel.

Vamos às evidências:

1 – João Batista simplesmente aparece repentinamente no deserto da Judéia, conclamando as pessoas ao arrependimento.[12] Onde ele esteve durante o tempo em que desapareceu das páginas sagradas? Compare o relato de Marcos acerca do surgimento do ministério de João Batista e do início do ministério de Jesus. De João, diz-se que ele simplesmente "apareceu" do nada, batizando no deserto (1:4), enquanto de Jesus diz-se que "naqueles dias, veio Jesus de Nazaré da Galileia" (v.9). Isso tão lhe parece sugestivo?

2 – Tanto João Batista, quanto Elias vestiam-se da mesma maneira. João: “As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo, e ele trazia um cinto de couro na cintura”.[13] Elias: “Era um homem vestido de pêlos, com os lombos cingidos de um cinto de couro”.[14] Nem João era um copiador de Elias, ou mesmo sua reencarnação. Elias e João eram a mesma pessoa. 

3 – O próprio Jesus declara que João era Elias: “Pois todos os profetas e a lei profetizaram até João. E, se quiserdes dar crédito, ele é o Elias que havia de vir. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.[15]

4 – Elias só apareceu no monte com Jesus e Moisés, após a morte de João Batista. Alguém poderia argumentar que, se fosse João, os discípulos o teriam reconhecido, e invés de dizer terem visto Elias, diriam terem visto João. Mas devemos considerar que Elias estava em meio à nuvem da glória, e que o brilho no rosto de Jesus ofuscava tudo à Sua volta. Eles só reconheceram que se tratava de Elias e Moisés, porque certamente Jesus lhes contou depois.

Afinal, eles não eram contemporâneos daqueles profetas, e jamais os haviam visto.

Portanto, não foi Elias que reencarnou em João, como afirmam os espíritas, mas foi João Batista que teria viajado no tempo, e vivido por sete anos entre o povo de Israel, durante a época de sua maior apostasia. Não me admiro que Jesus tenha afirmado que entre os nascidos de mulher, não houve maior que João.

Outra argumentação sustenta que se João fosse Elias, ele não teria negado. O texto diz que os sacerdotes e levitas lhe perguntaram: “Quem és tu? Ele confessou e não negou, confessou: Eu não sou o Cristo. Perguntaram-lhe: Então quem és? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu profeta? Respondeu: Não”.[16] Ora, ele não apenas negou ser Elias, como também negou ser profeta. Entretanto, Jesus declara que ele era Elias e profeta. Não creio que Jesus haja mentido. Nem que João tenha mentido deliberadamente. Ele apenas disse o que achava de si mesmo. Ele não se considerava um profeta, embora definitivamente o fosse. Ele não se achava Elias, porque sua identidade original era de João. Seria como perguntar a Clark Kent se ele é o super-homem.

Creio que Elias nasceu neste mundo como João, foi levado para o deserto, de lá embarcou para o passado, viveu entre os contemporâneos de Acabe por sete anos, ao ser tomado pelo redemoinho, desembarcou no Monte da Transfiguração, de lá retornou um pouco ao passado, surgiu no deserto, vestido das mesmas roupas, viveu no tempo de Herodes, para lá morrer.

Seguindo esta linha de raciocínio, podemos dizer que ao ouvir a voz que dizia "Este é meu filho amado", enquanto batizava Jesus, João teve aquela sensação de déjà vu, pois a ouvira "antes" no monte da Transfiguração (embora o evento tenha se dado depois...). Aquela declaração era uma espécie de senha para que ele tivesse a certeza de que aquele a quem batizava era o mesmo com quem se encontrara no futuro envolto numa nuvem de glória. 

Há ainda o profeta Isaías, que de acordo com João, “viu a glória de Jesus, e falou a seu respeito”.[17]

Pelo que tudo indica, a nuvem da glória de Deus é capaz de levar o homem a experimentar um nível de comunhão tão profundo com Deus, que o torna hábil a transcender o tempo e o espaço.

O livro de Isaías fala de um fenômeno de proporções astronômicas. A sombra do relógio de Acaz voltou dez graus.[18] Ora, para que isso acontecesse, a Terra teria que girar ao contrário, o que, astronomicamente, traria resultados nefastos para todos os seus habitantes. De duas, uma. Ou a Terra retrocedeu em sua rotação, ou o tempo retrocedeu. O mesmo se deu quando Josué lutava contra os amorreus. [19] Sem contar João na Ilha de Patmos, que afirmou ter sido “arrebatado em espírito no dia do Senhor”, recebendo diretamente de Jesus a ordem de escrever “as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer”.[20]

Ainda que não me atreva a dogmatizar acerca disso, devo confessar que tal hipótese exerce poderosa atração sobre a minha mente, e, a meu ver, só acrescentaria glória Àquele que era, é e há de vir. 

[1] Hebreus 7:1
[2] Hebreus 7:3-4a; 7,8b
[3] João 8:56
[4] 1 Reis 17:1
[5] Deuteronômio 32:50a
[6] Deuteronômio 34:5-6
[7] Êxodo 33:18-19
[8] Êxodo 33:20-23
[9] João 1:17
[10] Lucas 9:29-31
[11] vv.22-23
[12] Mateus 3:1
[13] Mateus 3:4a
[14] 2 Reis 1:8
[15] Mateus 11:13-15
[16] João 1:19b-21
[17] João 12:41
[18] Isaías 38:8
[19] Josué 10:12-13
[20] Apocalipse 1:10,19

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