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Nossos “movimentos” sempre ficam no caminho do movimento de Deus 

“O reino de Deus não começa com nossos movimentos ou protestos. Ele é a revolução anterior a todas as revoluções, assim como é anterior a ordem vigente”. Barth

Os homens nunca podem fazer do “ponto de vista de Deus o seu próprio ponto de vista partidário” e portanto, nenhum grupo ou indivíduo simplesmente se coloca do lado de Deus contra os outros... 

Todas as diferenças humanas – entre religiosos e irreligiosos, os morais e imorais – tornam-se relativas... 

O reino de Deus não é “uma rebelião dentro do velho período de existência, mas o nascer de um novo”; não é “um desenvolvimento com possibilidades prévias, mas a nova possibilidade de vida. ” Portanto, há uma clara distinção entre o reino de Deus e todas as tentativas humanas de reforma... 

Mas também há uma clara distinção entre este Reino e a religião e as possibilidades morais dos homens: 

“eles não criam nada de novo”

Todos os grupos, tendências e “movimentos” cristãos de nosso tempo não podem continuar com o que estão fazendo. [Com eles,] “tudo sempre foi determinado sem Deus... [o que significa que,] qualquer coisa que se siga, não pode ser uma nova ação ou ajuda na parte de Deus. Em últimos casos, tudo isso vai se provar como uma reforma, ou a velha situação com uma nova máscara.

Do ponto de partida de Deus, quaisquer grupos que se levantem nesse sentido, são mais um obstáculo do que uma ajuda, pois continuam a iludir as pessoas sobre a necessidade de chegar ao Seu reino. 

Nossos “movimentos” sempre ficam no caminho do movimento de Deus; 
nossas ‘”causas” atrapalham a Sua causa; 

a riqueza da nossa ‘vida’ impede o crescimento tranquilo da vida divina no mundo... 

O colapso da nossa causa deve demonstrar que a causa de Deus é exclusivamente da responsabilidade dEle. 

Enfim... É onde nos achamos hoje. ” (Infelizmente)

Juliano Fabricio
Lendo algumas coisas do cara ai de baixo

Eberhard Busch (1937-), pastor e teólogo reformado suíço, foi o último assistente pessoal de Karl Barth na Basiléia até 1968. De 1969 a 1986, Busch pastoreou uma comunidade reformada em Argau, na Suíça. Desde 1986 é professor de Teologia Reformada na Universidade de Göttingen.


• Por uma vida com mais expressos e menos congressos;

• Por uma vida com menos teologia e mais poesia;

• Por uma vida sem holofote, porem rodeada de velas;

• Por uma vida com menos palcos e mais mesas e festas;

• Por uma vida onde eu tenha um lar e não simplesmente uma casa pra morar;

• Por uma vida onde ainda que, eu AME mesmo assim;

• Por uma vida onde a diferença não produza divergência;

• Por uma vida que não se paute pela direita e nem pela esquerda; 
    (apenas uma vida centrada no AMOR);

• Por uma vida com menos cetros e mais toalhas;

• Por uma vida sem nenhum discurso e muito mais ação (sejamos + samaritano);

• Por uma vida com mais organismos e menos organizações;

• Por uma vida que o AMOR seja traduzido pelo número de beijos, abraços e cafunes;

• Por uma vida que abra mão de tudo pra estar presente em um simples almoço com quem se ama, sem estar com a cabeça e o tempo divido em outro lugar. (Alerta: Ao comer, muita gente está mais preocupada em planejar o que farão depois que acabarem de comer.);

• Por uma vida menos Fast e mais Slow; 

• Por uma vida sem trilhos rígidos e mais estradas para as caminhadas lentas, porem acompanhadas. (O segredo não é chegar rápido, mas chegar junto);

• Por uma vida com mais suspeitas do BEM do que suspeitas do mal;

• Por uma vida que não se crie um espaço para Deus acima ou fora da vida diária;

• Por uma vida onde as crianças não sejam consideras um problema; (não afaste as crianças, submeta-se a ser guiado por uma delas);

• Por uma vida mais discreta e silenciosa; (como o nascer de uma semente, como o fermento na massa);

• Por uma vida com mais “Redemption song” e menos “Restitui eu quero de volta o que é meu”;

• Por uma vida com mais Bob Marley e menos Talles Roberto;

• Por uma vida que não se perca em fúteis debates teológicos para tentar entender por que Davi pegou 5 pedras naquele riacho. Na minha humilde opinião ele só pegou 5 porque não tinha certeza que iria acertar de primeira. (e assim é na nossa vida);

• Por uma vida que como igreja, se comporta mais como leme e menos como motor de popa, mais como mapa e menos GPS e que faça da Ceia com um momento de inclusão e não de exclusão;

Essas dicas são para os que reconhecem que muitas das inflamadas questões teológicas da igreja de hoje não são nem inflamadas nem teológicas; que não vêem o cristianismo como código moral nem como sistema de crenças, mas como caso de AMOR.

E verdade seja dita, Ah! Essa é a vida que eu quis...

Juliano Fabricio
Fazendo escolhas


O filósofo Jean Paul Sartre tinha uma fase que se tornou célebre:
 “O Inferno são os Outros”. 

Segundo ele, são os “outros” quem afinal, nos trazem a maior parte dos desgostos e dissabores na vida.

Apesar de discordar deste ponto de vista, por acreditar que também são os “outros” que muita vezes nos trazem alegrias e momentos felicidade, concordo que em toda história da humanidade, pintar o “outro”, como o inimigo a ser erradicado, é a tônica do discurso.

Tornou-se lugar comum, ao longo da história o processo de “satanizar” aquilo que é diferente e muitas vezes incompreensível. Mesmo nas escrituras são fartos os exemplos em que divindades de outros povos são tratados como “coisa do demônio”. 

Por outro lado, é inútil exorcizar os demônios que nos espreitam via ativismo. 

Esses fantasmas se atiçam ao nos perceberem entregues à volúpia da conquista e do poder. 

Melhor viver em contato com dores, angústias e sombras do que passar pela existência perdido em delírios alucinatórios. 

Frequentemente, muita correria não passa de fuga. 

Para que a graça se reflita nos espelhos, precisamos de sossego. 

Esse papel de carregar o mundo nas costas não é nosso!!!

Nessa maldita correria de querer achar o diabo em todo lugar, deixo alguns conselhos:

Fertilizem o diálogo; alimentem-se de biografias para acompanhar a trajetória de Gandhi, Martin Luther King Jr., Madre Teresa, Nelson Mandela e Zumbi dos Palmares; familiarizem-se e apoiem ONGs envolvidas com comunidades carentes; visitem hospitais e escolas para crianças com necessidades especiais; conversem com homossexuais para entender suas reivindicações. (Estou em divida com algumas)

Enfim...o diabo no minimo somos nós...

Ps1: em 99% dos casos que vejo de manifestações demoníacas por ai, não tem Deus é muito menos o diabo. (Puro emocionalíssimo) #prontofalei

Ps2: o que precisamos entender de fato é o que fez de anjos demônios.

Ps3: Não consigo imaginar um Evangelho que não seja todo inclusivo.

O "vá, e não peques mais" só pode ser dito, sem pedras nas mãos, e depois do "nem eu te condeno"... 

Pedras nas mãos revela o quanto de demônio nós temos... fica a dica.

[A imagem abaixo deixa claro que entre anjos e demônios a linha é muito tênue.]


Juliano Fabricio
se exorcizando...


Agora é nossa vez de lidar com inseguranças, medos, barrigas ou timidez

O rei está nu. E só assim, sem todas as carcaças – manto, coroa, luva, botas, capa – revela-se vulnerável ao mundo. Com o pensamento despido, o súbito súdito deixa sua alma ser vista por todo o reino. E mulheres, velhos, crianças, rapazes e todas as outras pessoas que se deparam, pela primeira vez, com o corpo entregue, olham sem espanto:

– Olhem, é o Rei. É apenas um homem nu.

Respondendo a pergunto do título: 
Esses homens estão aqui.

Cada um se despindo como sentir vontade, explorando seus obstáculos, curiosidades e medos. 

Desafiando o que sentem à respeito do próprio corpo e de sua exposição pública.

Homens que assumem suas vulnerabilidades e incoerências. 

Que tentam tratar as mulheres com equidade, por entenderem que não há nada de extraordinário nisso – é apenas o que deve ser. 

Quebrando essas barreiras é permitindo que a sensibilidade apareça – e não que nos seja uma ameaça. 

Educando seus filhos homens para que percebam, desde muito cedo, que eles podem ser melhores do que eles são.

Aqui estão homens que começaram a desnudar os pensamentos e passaram a exibir suas vulnerabilidades, fraquezas emocionais, desprazeres sexuais, fracassos, broxadas, dúvidas, medos, angústias, pressões e depressões. E que muitas vezes falham miseravelmente em tudo isso, pois é natural errar no que nunca fizemos e ninguém aqui se pretende modelo de virtude. Me vejo neles e aqui começo a tirar minhas próprias carcaças.

Eles estão aqui. Estão em todas as partes. São homens comuns, sem capa, coroa, manto.

Juliano Fabricio
um homem em des{construção}

*foto da escultura hiper-realista do australiano Ron Mueck


//vim de uma criação extremamente machista// 

Os homens, provedores, cruzam os braços diante das mais simples funções humanas. Limpar a casa, arrumar suas próprias camas, cozinhar, lavar os pratos, colocar água nas plantas, não trocar ou embalar um bebê, fazer compras no supermercado. O que fica nas suas atribuições é sair de casa pela manhã, trabalhar para garantir o sustento da família, voltar à noite e, no dia seguinte, recomeçar a jornada. Esta narrativa acompanha muitas gerações até os dias atuais, onde o que move a economia é a indústria da construção civil. Eu fui educado nessa atmosfera. E essa paisagem se tornou comum aos meus olhos. Não havia questionamento porque, me parecia, isto era o natural. Era um aspecto cultural definido. Um símbolo.

Esse foi meu caminho até que fui interrompido pela chegada
 do José, meu filho.

Havia um novo horizonte nascendo junto com o Zé, bem diante dos meus olhos, e eu não poderia admitir que o seu trajeto fosse este mesmo que havia me guiado até então. Havia agora um outro homem dentro da minha casa, e com a sua chegada havia a possibilidade de pensar na perspectiva de mudar o rumo das coisas — para ele, para mim. Eu, que jamais havia entendido o papel da minha mãe na minha vida, passei a enxergá-la por outro viés. Minha mãe, que praticamente me criou sozinha, desempenhava todas as funções possíveis. Trabalhava o tempo inteiro, mas também cuidava de mim o tempo inteiro, cozinhava, dava afeto, planejava (quando dava), curava minhas pequenas dores de infância e adolescência. Eu, que jamais havia entendido que uma parceira poderia ter um papel político e ético tão poderoso, encontrei Vanessa, minha esposa. E ouvia sua voz ecoar casa adentro, mundo afora, defendendo o espaço das mulheres, principalmente as mães. José, meu filho, não poderia ser de outro caminho.

Entendi a minha missão como pai porque meu filho me fez desaprender a ser homem. Através dos olhos do José, entendi que é impossível resolver as questões de gênero sem mudar a mentalidade dos nossos meninos. E quando entrego afeto, amor, carinho, quando faço meu filho entender a minha presença constante e intensa, a partilha das tarefas domésticas entre todos da família, quando ele percebe que o normal é o respeito às vozes das mulheres que nos cercam, o respeito aos corpos destas mesmas mulheres, sinto que ele passa a observar o mundo de um lugar novo. De onde não vim. De onde boa parte da minha geração não veio. Mas para onde precisamos ir, como José parece seguir.

José persista nesse rumo. Eu sinto que ele vai ser bom, repletos de novos significados, desafios e companhias... 

Ps: {ontem no aniversário do Pepê fiquei te observando e vi justamente isso... fiquei orgulhoso e com o olhos marejados}

Juliano Fabricio
um pai em conversão


Conceitos como GRAÇA e PERDÃO, que constituem o coração do evangelho, tem pouco espaço em muitos livros de Teologia.

Comecei a entender por que Jesus gostava tanto de contar histórias e parábolas:

- O filho pródigo nos conta quase tudo que precisamos saber sobre redenção; 

- O bom samaritano, o que precisamos conhecer sobre ética:

- O ladrão na cruz sobre favor imerecido;

- A história do mendigo Lázaro sobre a farsa da teologia da prosperidade. (O rico é que estava no inferno... durma com um barulho desse!!!);

- E que teologia hoje aconselha abandonar 99 para ir atrás de 1 “ovelha perdida”?;

- Jesus contrastou um fariseu - que estava muito bem  sintonizado com a Teologia - com um pecador que só podia clamar por ajuda; e era o clamor do pecador, naturalmente, que Deus ouvia.

Enfim... Como é bela a simplicidade de Cristo. Quem dera fossemos imitadores de Cristo de forma integral e simples. A radicalidade do discurso de Jesus contra as mentes religiosas contrastava com sua compaixão, amor e empatia para com as pessoas. O Mestre gostava era da simplicidade, observava os lírios do campo, os pássaros, andava entre os humildes de coração, ensinava através de parábolas com situações rotineiras.

Era o Mestre da Simplicidade.

Ps: Bom senso é algo que falta em nosso meio cristão. Falamos e pregamos muito sobre Jesus, porém não gostamos de imitá-lo. Ele é simples d+ para nós. (nossa geração gosta muito de sair na foto, de um holofote, de ser dona da melhor versão de Jesus e execrar os que pensam diferente.)

Juliano Fabricio
#entendendo que é bem mais simples


É de Andrew Marin a definição mais ful­gu­rante de amor que jamais ouvi: amor, explica ele, é 
«a expressão men­su­rá­vel de com­por­ta­men­tos não-condicionados».

«AMOR»
«a expressão men­su­rá­vel de com­por­ta­men­tos não-condicionados»

Se amar for de fato prover expressões mensuráveis de comportamentos não-condicionados, quem se mostrará pronto a amar? 

Porque, se for assim, amar não seria você aprovar a conduta de dois caras sentados de mãos dadas no banco da sua igreja, mas seria você respirar fundo e não condená-los por eles estarem ali. 

Amar não seria você concordar com as posturas de um amigo a respeito de qualquer assunto, mas seria concluir que o seu compromisso mútuo com o amor basta para vocês continuarem juntos no mesmo caminho. 

Essas seriam expressões genuínas de comportamento não-condicionado. Porque quando não estamos defendendo o amor estamos defendendo meramente a nossa convicção, ou pior, a nossa reputação – e até os pecadores confessos fazem o mesmo. 

Qualquer homossexual poderia nos ensinar a amar mais e melhor. [tem um grande amigo que faz isso muito bem]

Cristãos que frequentam as passeatas gay costumam fazê-lo para levar cartazes que dizem coisas edificantes tipo DEUS ODEIA BICHAS ou VÃO ARDER NO INFERNO. 

Será que nosso papel, já que estamos falando de AMOR não seria ir a essas passeatas com cartazes que dizem apenas ME DESCULPE – e pedir a quem quiser ouvir desculpas por todo o ódio que já foi derramado sobre os homossexuais no nome daquele que nada tem a ver com o ódio.

Enfim... Precisamos com urgência aprender com Jesus a não dar respostas simples para questões complexas. E essa postura (precisamente como no tempo de Jesus) desperta por vezes a indignação de gente dos dois lados do muro.

E aprender com o Jesus dos evangelhos que um discurso polarizador não deve ser jamais alimentado. Todo discurso aplicado ao extremo (e os discursos tendem aos extremos) gera esterilidade, hostilidade e desumanização. A ferida dos ódios resultantes só pode ser estancada pelo remédio do amor – o amor que é uma orientação: ao mesmo tempo uma escolha e um destino.

Juliano Fabricio 
Inspirado na história de Andrew Marin
[um ex crente homofôbico militante que descobriu o amor]


No mundo moderno, estamos condicionados a nos compararmos com os outros. 

Assim como vemos, comparamos; assim como comparamos, desejamos. 

E, como desejamos, perdemos a habilidade de sermos contentes com o que somos e temos. 

Que tal dar um fim a esse hábito da comparação? 

Para isso, tenha em mente que: você é singular, único, e é impossível ser igual a outro alguém. Lembre-se, ainda, que a sua vida é um presente e uma oportunidade de criar o seu próprio caminho e de moldar o seu destino. E pra completar, não esqueça que você já tem o que precisa."

A comparação é um poderoso limitador de realizações, pois aqueles que fitam os outros desejando ser e ter o que são e têm, perdem tempo e energia que poderiam ser dedicados àquilo que é importante e necessário. Está em nós. Poucos conseguem vencer a síndrome de quem pensa que a “grama do vizinho é mais verde”.

“A mais profunda forma de desespero é escolher ser outro que não si mesmo” Kierkegaard

"A honra é, objetivamente, a opinião dos outros acerca do nosso valor, e, subjetivamente, o nosso medo dessa opinião." Arthur Schopenhauer

“O que os outros pensam de nós teria pouca importância se não influenciasse tão profundamente o que pensamos de nós mesmos quando tomamos conhecimento da opinião alheia. ” George Santayana

Olha a que ponto isso pode chegar:

Um homem supostamente matou o próprio filho por ele ser homossexual.

Ou seja, a opinião dos "outros" é mais importante que uma vida! É mais importante que a vida do próprio filho!!!

Enfim... Não viva uma vida de comparações

Juliano Fabricio
//nem melhor, me pior//


A maturidade está me ensinando que os espertos e os poderosos, por mais que tentem, não seduzem mais, muito menos o sucesso.

Estou ciente que o inesperado faz parte de nossa estrada. 

Não há como fugir do perigo de existir, mesmo que o sofrimento bata a porta.

Mas continuo sendo um convicto da vocação divina de fazer com que justiça e paz deem as mãos. 

Já perdi a pressa. Desisti de tentar estar em todos os lugares. Abro mão da perfeição.

Preciso entender melhor minhas imperfeições e a maneira que lido com elas.

Como é bom não ter que se provar a todo instante. 

Já fui pretensioso querendo mudar tudo a minha volta.

Menos pretensioso, tentei mudar o mundo do outro.

E agora estou feliz em mudar o meu próprio mundo. Busco encontrar minha humanidade.

Em meio a esse turbilhão, acho que agora estou mudando a forma de encarar o mundo! 

A forma não é revolucionária, é subversiva! 

Trocando alto-falantes por sussurros, trocando verdades teóricas por verdades encarnadas, trocando espada por amor, trocando orelhas decepadas por corações derramados!

Jesus não foi um revolucionário, 
Ele foi um subversivo! 

Não apoiou a opressão, a injustiça, a mentira, a corrupção mas combateu tudo isso mostrando um caminho diferente. A mudança revolucionária é, por diversas vezes, insana, sem fundamentos sólidos, uma casa construída com palha que qualquer “lobo-mau” destrói. Já vi grandes revolucionários, se venderem, pararem e até voltarem à antiga ordem! O subversivo não é óbvio, não é barulhento mas o seu impacto nas vidas ao redor é irresistível! (fermento na massa)

É tudo Isso só faz sentido depois de descobrir que a vida só acontece, infinitamente, na GRAÇA®.

Ps1: Muitos acham que a graça é arriscada demais e outros dizem que é boa demais para ser verdade. No final todos querem saber se ultrapassaram os limites de seu crédito com Deus.

Ps2: Questionamento de um crente NERVOSO esses dias: "Eu não sei até onde essa GRAÇA® vai????? Estou cheio dessa graça®. [Essa sem dúvidas é uma maneira errada de estar cheio da graça®.]

Juliano Fabricio
cheio de graça®


Nós precisamos ser lembrados de quem somos e de como as coisas são de verdade.

Às vezes nos sentimos uma máquina, um simples parafuso numa engrenagem, partidos e separados da profundidade das coisas, e esses dias parecem igualzinhos a todos os outros. 

Porém, há dias em que nos sentimos completamente ligados, cheios de vida, hiper conscientes da presença de DEUS que é tudo em todos. 

[O segredo para isso não é criar um espaço para Deus acima ou fora da vida diária.] 

O segredo esta em aprender a abrir os olhos para a santidade e a natureza sagrada da vida – que inclui a família, os amigos, os vizinhos, o dinheiro, a respiração, o sexo, o trabalho, o lazer, a comida e o vinho.

*Esse é DEUS.

Isso é o Deus que é tudo em todos, reintegrando corpos, mentes, almas, espíritos e todas as partes que nos compõem, quando nossos olhos estão abertos – 

no bem, 
no mal, 
no que é feio, 
no que é bonito, 
no que nos anima e no que nos abate 

– para a presença do Deus que está conosco, que é por nós, e que está adiante de nós.

Agora eu vejo DEUS em todos os lugares. 
É disso que estou tentando falar...

Juliano Fabricio
Vendo DEUS
[valeu Rob Bell]


A verdade poucas vezes declarada é que muitos de nós têm um anseio por Deus e um aversão a Deus. 

Alguns de nós buscam-no e fogem dele ao mesmo tempo. Podemos observar regras com todo o rigor e raras vezes faltar a uma reunião, e um caso de amor com Jesus simplesmente não ser o nosso forte.

Tenho críticos e não são poucos que protestam contra o fato de eu escrever demais sobre o AMOR de Deus e não o bastante sobre o pecado, o juízo, o inferno etc...

Segundo eles, sou desequilibrado, doentio e um pouco insano.

Embora eu me reconheça e declare culpado dessa última acusação, estou confiante de que Deus levantará outros desequilibrados, doentios e insanos para gritar comigo em alta voz:

[O amor de Deus é loucura!]

Enfim... isso é apenas parte de quem sou. O restante é um aglomerado de paradoxos e contradições.

Creio em Deus de todo o meu coração. E, em determinado dia, quando vejo uma menina de 9 anos estuprada e assassinada por um maníaco sexual ou um menino de quatro anos de idade morto por um motorista embriagado, chego até mesmo a me perguntar se Deus existe.

Como já disse muitas vezes, dirijo-me a ele e fico desanimado. 

Amo e odeio. 
Sinto-me melhor quando me sinto bem. 
Sinto-me culpado de não me sentir culpado. 
Sou escancarado, e sou fechado em mim mesmo. 
Confio e desconfio. 
Sou verdadeiro, e ainda mantenho os meus jogos. 
Isso é o que sou.

Muito do que me foi apresentado como real em dias passados, percebo agora, não passa de ficção. O deus ranzinza dos humores oscilantes, o deus preconceituoso e parcial com católicos, o deus irritado e desgostoso com crentes, o deus guerreiro da guerra “justa”, o deus instável da moral casuística, manifestando sua desaprovação de nossas pequenas fraquezas, o deus pedante dos espiritualmente sofisticados, a meríade de deuses que me aprisionam na casa do medo, da culpa ou da ganância; e a lista poderia continuar...

Deve ser por isso que muitos acham que a graça é arriscada demais e outros dizem que é boa demais para ser verdade.

No final todos querem saber se ultrapassaram os limites de seu crédito com Deus.

No meu caso de insanidade intensa tenho total certeza que irei sempre repetir que:

...o AMOR sozinho é digno de crédito e que o verdadeiro DEUS de amor irrestrito corresponde ao JESUS da minha nada mole jornada.

Falei tudo isso pra no final como uma oração dizer: Não entendo, mas amo você…

Juliano Fabricio
Meu Deus como eu amo você...


Dizia Neruda, sou onívoro de sentimentos, de seres, de livros, de acontecimentos e lutas. Comeria toda a terra. Beberia todo o mar. 

A nossa infelicidade se deve a isso, que não podemos comer com a boca tudo o que comemos com os olhos. E duplamente erótica é a boca, de novo, primeiro porque dentro dela moram os sabores, e agora porque é o lugar supremo do tato, da carícia, o toque molhado dos lábios, a língua, o mordiscar, o beijo... 

Dizem os teólogos que Deus fez todas as coisas. Dizem mais que, se Deus fez, é bom. Claro. Seria heresia imaginar que Deus tivesse feito coisa ruim e proibida. 

Primeira conclusão:
 foi Deus que fez este festival de possibilidades de prazer. 

Segunda conclusão: se Deus criou tantos jeitos de ter prazer, é porque ele nos destina ao prazer. Confesso que fico horrorizado com o fato de nunca, mas nunca mesmo, ter visto qualquer padre ou pastor pregar sobre o imperativo divino de ter prazer na vida. Ao contrário, estão sempre advertindo, graves e solenes, sobre os perigos do prazer, como se ele fosse coisa do Diabo. Me contaram (recusei-me a acreditar, pelo absurdo da coisa, mas me garantiram ser verdade), que num curso para casais, aconselhava-se que os noivos, sempre que tivessem de ter uma relação sexual (depois de casados, é claro), que se dessem as mãos e rezassem um Padre Nosso. Ai, se eu fosse Deus fulminava um religioso desses com um raio! 

Pois é mais ou menos como se eu desse uma boneca para a minha neta e lhe dissesse: Olha, Mariana, todas as vezes que você quiser brincar com a sua boneca, chama o vovô ao telefone para pedir permissão, tá?

Pelo que conheço dos doutores em coisas divinas, de cuja companhia privei por longos anos, eles têm ideias diferentes sobre Deus. Pintam-no sempre de cenho carregado, não há registro algum de que ele jamais tenha dado uma boa risada, o que nos obriga a concluir que ele não tenha senso de humor, sempre com seu enorme olho sem pálpebras aberto (e sem pálpebras para não fechar nunca, para não deixar passar nada, Deus te vê, cuidado coro o lugar onde você põe a mão; ao dormir, nos colégios de freiras, as meninas tinham de dormir com as mãos sobre as cobertas). Sua biblioteca só tem livros de ética, ordens, ameaças, advertências, nenhum livro de estética, ou erótica, ou ficção, a despeito de Nosso Senhor Jesus Cristo ter dito que no Reino de Deus só entram crianças, o que nos obrigaria a concluir que Deus também é uma criança, como o fez o Alberto Caeiro, nunca li um tratado sobre os brinquedos de Deus... E eu me pergunto: Como é possível arear um ser assim? 

Acho o prazer uma coisa divina. Para ele fomos feitos. O amor, o humor, a comida, a música, o brinquedo, a caminhada, a viagem, a vadiagem, a preguiça, a cama, o banho de cachoeira, o jardim – para estas coisas fomos feitos. Para isso trabalhamos e lutamos: para que o mundo seja um lugar de delícias. Pois esse, somente esse, é o sentido do Paraíso: o lugar onde o corpo experimenta o prazer.

Juliano Fabricio lendo 
Rubem Alves em sua Teologia do cotidiano


...a pretensão de quem fica escondido fazendo fita.

A pretensão é uma perversão tão traiçoeira, que a confiança não é apenas contaminada por ela, mas corrompida. 

É com pretensão que atribuímos a Deus a tarefa de fazer por nós o que deveríamos estar fazendo.

A forma mais corriqueira de pretensão é a expectativa de que Deus vai intervir direta e secretamente nos assuntos humanos. Presumimos esse tipo de coisa quando dizemos: "Senhor, Senhor", o câncer ou a falência ou a infidelidade vão desaparecer. Presumimos que Deus responde a todas as orações garantindo finais felizes, que o alimento para órfãos e viúvas vai cair do céu, que o bebê terá a plena garantia de um parto seguro e que Deus com certeza vai vender nossa casa pelo preço que queremos, se cumprirmos todas as regras, sacrifícios e peregrinações como moeda de troca. 

Os argumentos teológicos que defendem a ideia de um Deus intervencionista são muitos e variados. 

Porem, quando se extinguem todos os recursos humanos e sufoca-se o anseio por garantias, quando perdemos o controle sobre as coisas e paramos de tentar manipular a Deus e desmistificar o Mistério, então — com o fim de nossa capacidade — a confiança nasce dentro de nós e do coração surge um clamor incontaminado. Sem pretensão!!!

Juliano Fabricio
ps: Eu creio em milagres


Jesus não promete que num piscar de olhos nós nos tornaremos pessoas totalmente diferentes, com gostos, atitudes e pontos de vista modificados. 

Paulo deixa muito claro que os nossos “eus” verdadeiros serão revelados, e que, uma vez que pecados, hábitos, intolerâncias, orgulho e ciúme são impedidos de entrar, para alguns não restará muita coisa.

E muito comum ouvir conversas sobre o céu em termos de quem “entra” ou de “como entrar”. Mas, na verdade, Jesus está interessado em ver nossos corações transformados para que possamos lidar com o céu. Retratar o céu com êxtase, paz e alegria infinita é uma bela imagem, mas levanta a questão: quantos de nós estariam aptos, da maneira com somos hoje? Como entraríamos em um mundo que não comporta o cinismo, a difamação, a preocupação ou o orgulho?

É importante ter em mente que o céu pode ser uma espécie de ponto de partida, um aprendizado sobre como tornar-se humano novamente.

Para entender melhor o que disse vamos imaginar uma mãe solteira que tenta criar seus filhos trabalhando em vários lugares e luta para conseguir ajuda do pai das crianças, que costumava a bater nela. Essa mulher é fiel e devotada aos filhos. Apesar das circunstancias, nunca deixa de acreditar que eles podem ser criados num lar de amor e romper com o ciclo da disfunção e do abuso. Ela não sai para se divertir, nunca tira férias, e o dinheiro não sobra para comprar alguma coisa para si. Dorme poucas horas por noite e no dia seguinte repete a dura rotina de cozinhar, trabalhar, lavar, pagar as contas, trabalhar mais, até desabar na cama, exausta, tarde da noite. 

Que historia brilhante, pungente, subversiva, pesada e totalmente real.

Essa mulher tem sido fiel àquilo que recebeu. Ela tem caráter e integridade. Nunca desiste. É carinhosa e amorosa mesmo quando está esgotada. 

Uma mulher como essa é confiável.

Será que é esse tipo de “ultimo” que Jesus disse que será o primeiro?

Será que Deus perguntará a ela “Você é o tipo de pessoa com quem eu posso contar na terra”?

Enfim... o desenvolvimento espiritual mais elevado está em ser "comum". 

...mas hoje em dia quem quer ser comum!!!

Fica a pergunta e a reflexão... (pense)

Juliano Fabricio
pensando no céu de uma maneira diferente.


{Sempre fui um questionador} 

Não tenho simpatia para com as ditaduras, seja ela política, ideológica ou religiosa.

Esse status de total absolutismo me provoca, não gosto de todo mundo pensando e vestindo igual, sem contar as famosas imposições. 

Prefiro a dúvida, a crítica, o pensar. Não aceito pacotes fechados. Amo a liberdade! 

Abomino injustiças, seja ela qual for. 

Não suporto sistemas e esquemas totalitários, [gente metida a Deus],

A futilidade me causa asco.

Sempre fui de classe baixa, tipo pobre mesmo, filho de professora, conheço a dura estrada empoeirada da vida, nunca fui apadrinhado, não sei o que é o privilégio de ter "as costas quentes". 

Sempre amei a subversão! Amo tudo que é, que não afirma sua existência no que tem, mas no que sabe ser. 

Tenho paixão e gasto tempo com gente que já viveu mais do que eu, que carrega nos cabelos brancos a experiência do tempo. Adoro seus conselhos e até aquela dose de desilusão que acompanha os que já se gastaram na luta. 

Estudei em escola pública, andei de busão. Nessa guerra urbana entre sair de casa e não saber se volta. Cheguei onde estou sem ser indicado por figurões. 

Ultimamente dizem que desafio pequenos impérios. Só continuo de pé.

Quero estar acompanhado de gente assim, profetas malucos que desafiam o status quo. De gente que se contorce com as mesmas dores que atingem os oprimidos. Quero acreditar que um dia, da massa que não pensa, surgirão pequenos gritos. Quero ser contato com o exército dos subversivos. 

Que não me venham apregoar a morte das tentativas! 
Sou subversivo, morro acreditando!

{Como alternativa subversiva, ofereço esse texto a todos que querem viver pela fé e não por mera "religião", para os que reconhecem que muitas das inflamadas questões teológicas da igreja de hoje não são nem inflamadas nem teológicas; que não vêem o cristianismo como código moral nem como sistema de crenças, mas como caso de amor; que não esqueceram que são seguidores de um Cristo crucificado; que sabem que segui-lo quer dizer viver perigosamente; que querem viver o evangelho sem concessões; cujo maior desejo é ter isso vivenciado e impressos na própria vida.}

PS.!.! A imagem acima fazendo alusão ao filme cult Laranja Mecânica [Clockwork Orange] é só pra me lembrar que não sou cobaia de experimentos destinados a refrear meus impulsos de ser humano e para também não me tornar impotente para lidar com a violência que me cerca.

Juliano Fabricio
um subversivo!!


Para mim a beleza do cristianismo reside na sua impossibilidade. 

Ninguém consegue viver neste mundo como ele é e seguir ao mesmo tempo os ensinamentos de Cristo, em praticamente qualquer interpretação deles. Impossível no tempo dele e no nosso – mas mesmo assim a ideia é você tentar. 

E esse tentar não deve levá-lo a resvalar em autodepreciação ou em vergonha ou em julgar os outros; ao contrário, deve levá-lo a amar e a expandir a sua empatia: a compreender as falhas dos outros, porque aqui está você, falhando logo ao lado deles.



/// engrenagem limita a vida /// 

Na vida é assim: 

- Aprendemos nos tropeços que somos imperfeitos,

- Engana-se quem acredita possuir a capacidade de resolver qualquer enigma, mapear qualquer labirinto, decifrar qualquer mistério,

- Ninguém jamais possuirá o total controle sobre o tempo,

- Não adianta mentir para nós mesmos. Negação produz sorrisos postiços,

- Autoajudas rasgam as pessoas por dentro; elas criam altivos e os empurram para a farsa.

Se a vida tem tantos altos e baixos, resta então amar o instante; sorver a eternidade que se esconde no breve hiato entre o futuro e o passado. 

Como fazemos isso?

Basta guardar mais frases gentis, escolher com responsabilidade – sem se deixar patrulhar por gente mesquinha -, tirar mais fotos de quem amamos, lamentar as dores que afetam os frágeis, fugir dos ambientes falsos, rabiscar poesia, ler romances, cantar, degustar bons vinhos e cervejas, sofrer com a sorte do injustiçado, falar de Deus com gentileza, não ter medo de ferir-se em nome do amor e esperar por quem anda devagar.

Somos mortais, mas guardamos a eternidade no peito. Somos finitos com a intuição do infinito. Contudo, a experiência de viver só acontece no agora, no já.

Juliano Fabricio
em rota de fuga...


Não está nos pobres, 

não está nos movimentos populares,

não está no povo.

não está também nas elites, sejam ricos ou doutores, intelectuais ou empresários. 

não está em partido político algum, de direita ou de esquerda. 

E nem nos poderes legislativo, executivo ou judiciário. 

Também não está nas 'igrejas' e nos movimentos religiosos que só fazem decepcionar em sua grande maioria. 

Não coloco minha esperança em coisa alguma que seja definida por categorias sociais. Olho para todas elas com profundo desinteresse. Jamais comprometeria a minha vida com qualquer delas. 

Onde está minha esperança?

Numa multidão de indivíduos, independente do seu lugar social ou econômico, que vivem possuídos pelo sonho da vida, da beleza e da bondade.

Enfim o que resta dessa esperança tem profunda relação e ternura por tudo o que é fraco, do pássaro de asa quebrada ou velho trôpego e surdo. Fui um adolescente fraco e amedrontado. Apanhei sem reagir. Cresceu então dentro de mim uma fera que dorme. Toda vez que vejo uma pessoa humilde e indefesa sendo humilhada por uma pessoa que se julga grande coisa, a fera acorda e ruge. Tenho medo dela.

Também sei que minhas opiniões, todas as opiniões, não passam de opiniões, Não são verdade. 

Ninguém sabe o que é a verdade.

Meu passado está cheio de certezas absolutas que ruíram com os meus deuses. 

Todas as pessoas que se julgam possuidoras da verdade se tornam inquisidoras. 

Por isso é preciso tolerância. 

O que faço.... continuo na árdua tarefa de quebrar moldes, pensar fora da caixa e nutrir uma espiritualidade que tem conexão com a vida.

Vou me despindo das camadas de minhas antigas certezas.

Elas não fazem mais sentido para mim.

Todavia, não tenho medo de dizer: continuo CRISTÃO. 

Juliano Fabricio
Cheio de esperança...


Jesus enquanto:
mestre revolucionário,
profeta radical,
orador provocativo,
polêmico,
e oponente implacável das autoridades religiosas estabelecidas.

Ai eu pergunto: Porque evitamos falar desse lado revolucionário de Jesus???

Como alguém disse certa vez:

“Um rebelde tenta mudar o passado; um revolucionário tenta mudar o futuro”.

Jesus Cristo trouxe uma drástica mudança ao mundo. 

Mudou à visão de homem sobre Deus. 

Mudou à visão de Deus sobre o homem. Mudou à visão dos homens sobre as mulheres.

Nosso Senhor veio trazer uma mudança radical ao modo antigo das coisas, substituindo-o por uma nova ordem. Ele veio para trazer um novo pacto — um novo reino — um novo nascimento — uma nova raça — uma nova espécie — uma nova cultura — e uma nova civilização.

Em Jesus temos:

Um Homem que recusava render-se diante das pressões da conformidade religiosa. 

Um Homem que pregava uma revolução. Um Homem que não tolerava a hipocrisia. 

Um Homem que não tinha medo de provocar aqueles que suprimiram o evangelho libertador que Ele trouxera para libertar os homens. 

Um Homem que não se importava em despertar a cólera de seus inimigos, levando-os a preparar-se para a luta.

Onde pretendo chegar? 
Nisso↓↓↓

Jesus veio não apenas como Messias, Ungido de Deus, para libertar seu Povo das ataduras da queda.

Ele veio não apenas como Salvador, pagando uma dívida que não era dEle para quitar os pecados da humanidade.

Ele veio não apenas como Profeta, consolando aflitos e afligindo acomodados.

Ele veio não apenas como Sacerdote, representando o homem perante Deus e representando Deus perante o homem.

Ele veio não apenas como Rei triunfante sobre toda autoridade, principado e poder.

Ele também veio como Revolucionário, rompendo o velho odre com o intuito de introduzir o novo.

Veja seu Senhor, o Revolucionário!

Juliano Fabricio
Lembrando... sem perder a ternura!!!

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