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É a insensatez do homem que arruína a sua vida, mas o seu coração se ira contra o SENHOR. Provérbios 19.3 

Já não é de hoje que procuramos alguém para colocar a culpa de tudo. Na verdade, desde que se começou a contar a história da humanidade, lá estávamos nós com dedo em riste. Adão culpou Eva pela rebelião. Eva culpou a serpente. E dizem que como a serpente não tinha a quem culpar, assumiu.

Há pessoas que culpam eternamente seus pais por não serem quem poderiam ter sido. Se encostam na vida e depois precisam jogar nos outros a conta de sua própria preguiça. Geralmente essas pessoas vão culpar o cônjuge por não serem felizes e os filhos por terem tomado muito o seu tempo e dinheiro e por isso não conseguiram chegar onde queriam.

Tal síndrome se instala socialmente em nossa cultura. Parece que brasileiro se esquece que cada governante corrupto e cada funcionário público incompetente e mal educado é também um brasileiro. Mas é melhor colocar a culpa no sistema e mentir a si mesmo quando na verdade sabe-se que se lá estivesse seria igual. Enquanto isso cantamos a música que diz que o “melhor do Brasil é o brasileiro”. É, apenas alguns são. Pois na maioria o pior do Brasil é o brasileiro, povo preguiçoso, relapso, indolente, irresponsável e malandro. Dá no que dá.

O resultado é que jogamos a culpa em Deus. Ele fez errado, Ele não vê, Ele não ama, Ele isso e aquilo. Afinal, se Deus é brasileiro, porque não seria assim?

Diante deste deus, sou ateu. Prefiro assumir minhas responsabilidades, perdoar os que me feriram na caminhada, parar de satanizar o mundo e viver consciente de que se alguém neste Universo só me faz o bem, é Deus, o meu Pai, que me ama mesmo quando não O entendo..

Juliano Fabricio adaptado via @proverbios
[toda segunda uma nova provocação]


“Quando um governo não tem escrúpulos morais, é comum parecer que ele obtém grandes vantagens e liberdade de ação, mas ‘tudo se ajusta no fim do dia, e tudo se ajustará ainda mais quando todos os dias tiverem terminado’”. (Winston Churchill em Memórias da Segunda Guerra Mundial).

“’Eu quero o meu! ’ É uma fé mais poderosa que a cristã, a islâmica e a judaica. E convive com as três. (Millôr Fernandes).

“A coragem encara o medo e, portanto, dele se assenhora. A covardia reprime o medo e, portanto, dele se torna escravo. Devemos constantemente erguer diques de coragem para conter as inundações do medo”. (Martin Luther King Jr.)

“Devemos temer a justiça de Deus como se não tivesse misericórdia e devemos confiar na sua misericórdia como se não tivesse justiça”. (Pe Antônio Vieira).

“A essência da religião não consiste na satisfação de uma necessidade humana, enquanto o homem enxergar religião como fonte de suas próprias necessidades, não a Deus que ele serve, mas a si mesmo” (Abraham Joshua Heschel).

“Rabino Johana bem Zakkai perguntou aos seus discípulos de qual pecado devemos fugir. O rabino Simeon respondeu: Aquele que pede emprestado e não paga. Não importa se pediu emprestado de Deus ou de outro homem. Eis a essência da miséria humana: esquecer que a vida é dom e um empréstimo”. (Abraham Joshua Heschel).

“A superioridade não se mascara de palhaço: é de renúncia e de silêncio que ela se veste”. (Fernando Pessoa).

“Acredito que a mensagem fundamental da religião não é a de que somos pecadores porque não somos perfeitos, mas a de que o desafio de ser humano é tão complexo, que Deus não perde tempo esperando de nós a perfeição. A religião vem para purificar-nos de nosso sentimento de desvalia e para assegurar-os de que, quando tentamos ser bons, e não conseguimos ser tão bons quando desejávamos ser, não perdemos o amor de Deus”. (Harold Kushner em O quanto é preciso ser bom?)

“Pode-se dizer que Deus quis se esconder precisamente para que se tivesse noção dele. Qualquer tentativa para fundamentar a moral na teologia destrói ao mesmo tempo a moral e a teologia. Não se deve dizer: ‘Devo fazer isto porque Deus quer’. Mas: ‘Deus quer porque tenho de fazê-lo’. Nesse caso Deus só acrescenta força para fazê-lo”. (Simone Weil).

“Matar o inimigo é muito fácil. Mas transformá-lo num amigo é coisa difícil e incerta, que requer muita coragem. ” Vi por ai.

Juliano Fabricio
lendo pessoas que me fazem parar e pensar!!!


A beleza é enganosa e passageira, mas a mulher que teme o Senhor será elogiada. Provérbios 30.30,31

O capítulo 31 de Provérbios é um bom exemplo de que devemos ler a Bíblia extraindo conceitos e respeitando contextos. Quem decide lê-la de modo literal cometerá equívocos importantes.

A mulher ali descrita é o ideal do mundo patriarcal, ela é super-mãe, super-comerciante, super-dona-de-casa, faz tudo o que o esposo quer, não reclama de nada, cuida dos filhos impecavelmente, se relaciona bem com os amigos do esposo, fabrica e comercializa tudo o que servirá de sustento da casa. Além disso é bonita, está sempre preparada e perfumada para a chegada do seu homem.

Tais pessoas não existem, são projeções, ideais, não são reais. São apenas admiradas porque não moram conosco, assim como disse Millôr Fernandes “Como são admiráveis as pessoas que não conhecemos muito bem”.

Mas o ideal de Deus para homens e mulheres de qualquer geração é o temor, que pode ser traduzido por devoção, desejo de servir e respeitar com amor a sabedoria e o comando. E isso deve ser dirigido a Deus.

Todas as nossas expectativas por um super-homem e uma super-mulher se fundamentam na necessidade de devoção. Desejamos que o outro seja tão admirável a ponto de atrair nossa necessidade de transcendência devocional, que seja um mito da perfeição.

Somente quem teme a Deus e nEle satisfaz sua necessidade de perfeição, consegue viver a vida com pessoas reais.

Juliano Fabricio concordando
 com Millôr e o ®Alexandre Robles


"Como o louco que atira brasas e flechas mortais, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: ‘Eu estava só brincando!’ " Provérbios 26.18,19

Todo mundo sabe que mentira é pecado. Mas muitos falam mentiras sutis todos os dias e não percebem, ou até percebem por um determinado tempo.

O uso da ironia é um exemplo disso. Segundo a Wikipédia, “a ironia é um instrumento de literatura ou de retórica que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos.”

Por exemplo, alguém diz “Você está feia”, ou “Este bolo está horrível”. Mas queria dizer que a pessoa está bonita ou o bolo está uma delícia. Até mesmo bênção ou abençoado está virando sinônimo de ironia. Quem não ouviu ou falou algo tipo, “Essa criança é uma bênção”, mas na verdade queria dizer que a criança é impossível?

Outro exemplo é quando alguém telefona para outra pessoa e pede a quem atende para chamá-la e a pessoa diz que a outra não está, mas depois diz que era brincadeira. E esse exemplo se aplica a muitas outras situações, em que a pessoa mente e depois diz que era brincadeirinha, que só estava "zoando". O versículo postado acima diz tudo sobre isso.

E nas comunidades evangélicas também encontramos as mentiras sutis. Quantas vezes ouvimos alguém dizer que a irmãzinha está completando 20 anos, mas na verdade ela está fazendo 50 anos. Ou então o pregador cita um exemplo de algo errado, mas diz que isso não acontece naquela congregação, em tom de brincadeira, quando na verdade todos sabem que ele está falando deles.

Outra prática muito comum é festa surpresa de aniversário. Praticamente toda festa surpresa tem como base uma mentira, que não é nada sutil, é descaradamente uma mentira. E ainda se torna uma mentira coletiva, porque acaba envolvendo todos os amigos.

Tem uma que é clássica!!!! Vários amigos “cristãos” já me deram essa dica “porque você não omite a sua renda para conseguir o subsídio do governo para financiar sua casa, ou porque você não consegui um recibo ou uma nota fiscal fria para aliviar seu imposto de renda, ou tambem porque você disse que era você que estava dirigindo seu carro para receber o seguro da batida de carro de sua esposa ou filho e por ai vai...Triste realidade (Fica aqui uma dica de Jesus: “Daí a Cezar o que é de Cezar”) 

E por fim quero falar sobre outra forma de mentira sutil que é a fuga da realidade, fingir que está tudo bem, quando na verdade a pessoa está cheia de problemas. Isso acontece muito quando há um desentendimento com outra pessoa e não há arrependimento, mas a pessoa continua agindo como se nada tivesse acontecido.

Enfim... mentira é um vício, podendo passar de uma simples brincadeira até virar um vício em mentiras sutis e isso se torna um buraco sem fundo e como já disse: se tornando algo como se fosse atraente.

Precisamos ser verdadeiros, vigiar as palavras e ter cuidado com o que falamos. “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt.5.37).

O livro de Provérbios é uma boa leitura sobre esse assunto. Fica a dica. 

Juliano Fabricio @provérbios


Jesus também conheceu a rejeição. 

Mais do que isso, a vida de Jesus foi marcada pela rejeição. Seus vizinhos o expulsaram da cidade, sua família questionou sua sanidade, seus amigos mais próximos o traíram e seus compatriotas trocaram sua vida pela de um criminoso comum. Durante todo o seu ministério, Jesus propositadamente andou entre os pobres e os rejeitados. Tocou os leprosos, comeu com os impuros, perdoou ladrões, adúlteros e prostitutas.

Foi apresentado como servo Sofredor por Isaías: 

"Desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado" (53:3). 

Certamente esse Jesus, mais do que ninguém, pode entender a rejeição que muitos possam estar sofrendo nesse exato momento.

Conforme está escancarado nos evangelhos, notei um padrão tão consistente que quase podia ser reduzido a uma fórmula matemática: 

Quanto mais ímpia, imoral e indesejável era a pessoa, mais ela se sentia atraída a Jesus. 

Quanto mais justa, segura de si e desejável, mais ela se sentia ameaçada por Jesus. 

É praticamente o oposto do que a maioria das pessoas faz. Os cristãos evangélicos se apegam ao ideal de um cidadão equilibrado e sólido, que crê nos valores familiares e se relaciona com o "tipo certo" de pessoas. 

Considere as pessoas que eram vistas com Jesus: uma prostituta, um homem com lepra, um proscrito moral, um centurião romano, uma mulher mestiça com cinco divórcios no currículo. Enquanto isso, os fariseus - homens corretos, que estudavam as Escrituras e obedeciam rigorosamente à Lei -, a elite governante, os pilares da sociedade, todos eles viam Jesus como uma ameaça.

Fica um alerta para os cristãos evangélicos em nossos dias:

... assegurem-se assim que, como disse Paulo: "ninguém se glorie". 

Pois essa glória toda acaba afastando as pessoas a quem a mensagem de Jesus foi dirigida: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei", disse Ele (Mt 11:28). Não consigo encontrar qualquer incentivo ao sucesso, gloria ou à superioridade nesse convite de Jesus. A graça, assim como a água, corre para as partes mais baixas.

Ps: Jesus contou histórias sobre ovelhas perdidas e um filho pródigo, sobre banquetes bizarros dos quais somente os pobres e os doentes participariam.

Fica a pergunta: 
Você se sente atraido ou ameaçado por ELE?

Juliano Fabricio
Agora, em Jesus, encontro alguém
 cuja mensagem concentra-se nos rejeitados.


"Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. 

Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: ‘Quem é o Senhor? ’ Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome do meu Deus. Provérbios 30:7-9

Desde muito cedo que presto atenção nos últimos desejos das pessoas que estão chegando perto da morte. Servem-me de filtro. Geralmente, quando se sabe que vai morrer, valoriza-se a vida de um modo diferente. Sentimos saudades, arrependimentos, nos alegramos com boas recordações e temos certezas que antes não tínhamos.

Em tais situações as pessoas tendem a valorizar amigos, sabores, cheiros, trivialidades. Dificilmente alguém ainda se importará com aparências e vaidades.

A oração de Salomão é um exemplo disso. Vou pedir a Deus que me dê uma vida cheia de significado, verdade, realidade, sinceridade. Não quero mentiras e falsidades, quero ser eu mesmo, quero ter ao meu lado pessoas reais, verdadeiras, não quero o que é virtual, ilusório, falso.

Também quero equilíbrio, serenidade, perenidade. “Não quero nem luxo nem lixo”, quero o suficiente, o bastante, apenas para que eu não seja exposto aos perigos dos pólos, nem da riqueza, que gera o fastio na alma, nem da pobreza, que massacra a alma forçando-a a lutar por aquilo que é aquém de tudo o que fomos feitos para viver e realizar.

Quero isso, verdade e equilíbrio.

@provérbios Adaptado das meditações do ®Alexandre Robles


Instrua a criança segundo os objetivos que você tem pra ela e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles. … A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela. Provérbios 22.6, 15

Longe de ser uma autorização para o uso da força bruta no ensino das crianças, os israelitas eram incentivados a colocar limites para que a criança fosse protegida e crescesse de modo sadio. A vara era usada para condução e acomodação do rebanho, era um instrumento de pastoreio.

De modo pejorativo compreendemos disciplina como castigo. Mas, disciplinar é ensinar, corrigir, colocar no prumo, acertar.

Os pais são os mais importantes disciplinadores de seus filhos. Disciplinar é pastorear os filhos ensinando o caminho em que a criança deve andar, sob a certeza de que aquilo que se aprende na infância se torna base existencial para toda a vida. Portanto, usar a vara não é bater nos filhos.

Creio que no processo de pastoreio-ensino-disciplina de uma criança são necessários a informação, o diálogo e a correção.

A informação é verbal e não-verbal. Aliás, as crianças “ouvem” mais o que fazemos do que o que dizemos. 

Por isso, são nossos objetivos, nossos valores, nossos interesses, nossa maneira de ver o mundo que elas vão discernir. Se formos coerentes, seremos ouvidos.

O diálogo é a maneira de inserirmos os princípios no coração das crianças, porque conversar, discutir, abrir-se para ouvir, são demonstrações de valorização. As pessoas somente confiam em quem as valoriza.

E a correção se dá através da insistência da informação e da rigidez dos limites. Por isso que o ensino deve ser coerente, porque aquilo que se exige com coerência não perde sua força mesmo diante da tentativa de desobediência constante.

É verdade que isso envolve tempo, recursos, energia. Mas não tem outro jeito, porque se não for você, quem informará seu filho sobre os valores da vida serão as novelas, os desenhos, os “reality-shows”. Se não for você, quem dialogará com seus filhos serão as más companhias da rua. Se não for você, quem tentará corrigir seus filhos será a própria vida, de modo implacável e na maioria das vezes sem oferecer segunda chance.

Quem acompanha pastoralmente seus filhos, com dedicação e cuidado, está usando tempo, recursos, energia e interesse, como vara de disciplina. O que seus filhos observam em você hoje será levado para sempre no coração, podendo ser trauma ou boa lembrança de sabedoria e graça. Nisto reside a autoridade de ser pai e mãe. E por mais difícil que pareça, Nosso Pai Eterno está conosco, com sua vara e seu cajado, nos consolando e nos dando sabedoria, para cuidarmos de nossos filhos como filhos dEle também.



A tolice não combina com as situações importantes da vida, destoa das questões relevantes. 

As palavras e as ações do tolo estão sempre aquém do espírito do ambiente que o cerca. É como chuva fora de hora. O que é honrado não lhe cabe.

A preguiça fabrica a ilusão de que algo sobrenatural vá acontecer para remediar o que deixou adoecer, consertar o que deixou quebrar, realizar o que sabe que deve ser feito, mas não faz. Sempre espera, nunca age. Melhor é quem diz que não vai fazer, que aquele que assume um compromisso e não cumpre.

A contenda sempre tem na mala, carvão e lenha suficientes para atear fogo de discórdia, ou pelo menos não deixar diminuir a brasa. É gente que briga por qualquer coisa, discute por tudo, não permite ser vencido nas ideias, impõe a todos sua compreensão, adora ver “o circo pegar fogo”.

A dissimulação sempre tem segundas intenções, sempre quer dizer outra coisa, não é confiável. O dissimulado é dúbio, parece elogiar, mas está criticando, magoa e ainda consegue manipular situações a fim de parecer vítima, chantageia, oprimi, conquista para ferir.

A insensatez é revelada na ignorância de que aquilo que plantamos na vida, vamos colher. Inimizades, preguiça, tolices são apenas sementes que darão seu fruto, inevitavelmente.

*textos base: Provérbios 26.1,13, 21,24,25,27

Juliano Fabricio lendo @provérbios via: ®Alexandre Robles


Quem vive contando casos, não guarda segredo; por isso, evite quem fala demais. Provérbios 20.19

Não fales ao ouvido do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras. Provérbios 23:9

Um ambiente é resultado direto das palavras. E nós somos afetados pelo ambiente ao mesmo tempo em que ajudamos a criá-lo. Trata-se de uma retroalimentação, um círculo que pode se tornar vicioso, mas que sempre pode ser alterado, basta que mudemos nossa atitude e tomemos cuidado com nossas palavras.

Ainda há a balança. E quando há mais gente a favor do ambiente ruim, é difícil purificá-lo. Nesses casos, escapamos para nosso ambiente interior, onde nem a mais feroz língua consegue entrar se decidirmos que ele é sagrado e o protegermos com cuidado e atenção.

Tome cuidado com sua vida, não a deixe à mercê de gente ruim, que se especializa em apodrecer ambientes com suas palavras.

Juliano Fabrício na série #provocações (©Alexandre Robles)


MAIS QUE APENAS DEFENDER O SEU

Liberte os que estão são sendo levados para a morte; socorra os que estão caminhando trêmulos para a matança! Mesmo que você diga: “Não sabíamos o que estava acontecendo!” Provérbios 24.11 

Quanto mais uma sociedade é marcada pela corrupção, menores são seus referenciais de justiça. Passamos a festejar gente que encontra uma carteira na rua e devolve ao dono. Ora, não deveríamos achar isso a coisa mais normal do mundo? Quem encontra na rua algo que não é seu, que pode ser identificado, não deve entregar ao dono?

Não cometer crimes, devolver uma carteira perdida, enfim, são atitudes que não passam de nossa obrigação. Por isso, a honra de uma pessoa não é medida por suas ações ordinárias e obrigatórias, mas pelo seu senso de que a justiça não é um privilégio para si ou para poucos, mas é uma questão de humanidade. Quem entende isso, não consegue recolher a mão quando vê qualquer um que seja alvo de injustiça.

Há pessoas que deliberadamente fazem o mal. Outras que não querem o mal a ninguém, cuidam de si e procuram não dar trabalho aos outros. E ainda outras que promovem a justiça e o bem, sem omissão, praticando boas e voluntárias ações.

Juliano Fabricio lendo @provérbios (ouvi isso em uma pregação do ©Alexandre Robles)


Quem insiste no erro depois de muita repreensão, será destruído. Provérbios 29.1

Viver é estar em constante posição de escolha, entre o bem o e o mal. Para existirmos nessa constante de decisões, fomos equipados com a capacidade de pressentir o perigo do erro. Do mesmo modo que fisicamente somos alertados pelo calor de que a chama de fogo queima, também somos alertados em nossa consciência pelos avisos de que estamos atravessando limites.

Quem ainda muito jovem despreza sua consciência e se especializa em atravessar tais limites acaba por ter sua consciência adormecida.

A repreensão precisa ser cada vez mais intensa, os sinais passam a ser escandalosos. É o flagra, a perda de algo ou alguém precioso, a falência física, moral e circunstancial. Neste estágio ainda há chance para arrependimento, mesmo que a vergonha e a dor sejam tamanhas.

Mas ainda há pessoas que atravessando este limite que se mostram tão insensíveis a ponto de desprezarem os últimos avisos da vida. Há nelas um poder que lhes arremessa na direção de tudo o que destrói, confunde, aniquila e sem condições de voltar, é pra lá que caminham.

Sábio não precisa colocar a mão no fogo para saber que queima.

Se coloca, a retira rapidamente quando da primeira sensação de calor. Se perder sua sensibilidade, é possível que se parte de seu corpo for queimada ele atine para seu descaminho e se arrependa, a fim de não se tornar incendiário de si mesmo, carbonizado pelas suas próprias escolhas, sem discernimento algum de que caminha na direção da morte.

Juliano Fabricio lendo @provérbios (ouvi isso em uma pregação do ®Alexandre Robles)


“Não se gabe do dia de amanhã, pois você não sabe o que aquele dia poderá trazer.” Provérbios 27.1 

O Chico Buarque cantou que nós queremos “no destino mandar”, queremos “ter voz ativa”, plantar e “cultivar a roseira”, enfim que queremos tomar as rédeas da própria história, decidir, empreender, arriscar, não deixar para outros ou para depois aquilo que nós devemos fazer por nós mesmos. Mas ele também cantou que eis que vem a Roda Vida e carrega tudo isso pra lá.

Parece que ele diz que tentou assumir as rédeas de sua vida, mas o destino atreveu-se a mudar tudo.

Há duas formas de tratar o futuro de modo equivocado. A primeira é protelando tudo, fazendo muitos planos elaborados e não vivendo o dia de hoje, não realizando hoje o que se pode, com o que a vida oferece hoje. Algumas pessoas passam a vida toda dizendo que um dia farão isso e aquilo, ficam esperando algo extraordinário mudar sua sorte e não agem, não se engajam, não empreendem, não realizam. Amanhã vão culpar a “falta de oportunidade” por não terem feito aquilo que deveriam. Afinal, a Roda Vida só carrega pra lá a roseira que foi plantada.

O outro equívoco é acreditar tanto em nossa capacidade de previsão e provisão que dispensamos o cuidado e a atenção. É ignorância em estado bruto, do tipo que acomete-nos quando dizemos que “comigo vai ser diferente”, ou “eu não vou cometer os mesmos erros que meus pais”, é acreditar tanto no planejamento que se dispensa um Plano B. Todo planejamento pode dar errado, então é melhor não se gabar do próprio brilhantismo e contabilizar as rodas vivas que insistem em carregar-nos para lugares e situações que não foram previstas.

O bom do futuro é que ele nunca acaba. Por mais carregado de passado que seja o presente, amanhã pode-se começar de novo.

Juliano Fabricio lendo @provérbios via: ®Alexandre Robles


“Se você encontrar mel, coma apenas o suficiente para que não fique enjoado e vomite… Comer mel demais não é bom, assim como não é bom buscara a própria honra… Quem está satisfeito, despreza o mel, mas para quem tem fome, até o amargo é doce.” Provérbios 26.16,27 e 27.7

É, já deu pra perceber que Salomão gostava de mel. Preferências gastronômicas à parte, as lições que tais metáforas ensinam são importantes.

Somos seres feitos para o que é bom, saudável, belo, funcional, saboroso. Infelizmente a existência humana é marcada pela desorganização que gera confusão em nossos sentidos, ou seja, não reconhecemos as realidades como elas são. Além de não sabermos reconhecer limites de experimentação das realidades, pois ora estamos além, ora estamos aquém e discernir a medida certa é uma arte.

Nem o excesso nem qualquer coisa, pois corremos o risco de enjoarmos do que é bom ou de consumirmos o que não presta como se fosse “manjar dos deuses”.

A grande questão é que Deus, longe de ser estraga-prazeres, sabe o que realmente precisamos como alimento existencial e está nos oferecendo através da fé e da valorização das suas pequenas bondades. Ele sabe o mel que precisamos para dar sabor à vida.

Juliano Fabricio lendo@provérbios via ®Alexandre Robles


Não inveje os maus em seu coração. Provérbios 23.17 

A inveja é um poderoso limitador de realizações, pois aqueles que fitam os outros desejando ser e ter o que são e têm, perdem tempo e energia que poderiam ser dedicados àquilo que é importante e necessário. Está em nós. Poucos conseguem vencer a síndrome de quem pensa que a “grama do vizinho é mais verde”.

Algumas vezes, as pessoas que vemos prosperar em seus propósitos são más, cometem crimes, corrompem, enganam, exploram. Então surge-nos a indignação e a indagação sobre a justiça. Até quando vão prosperar os maus? (Salmo 73). Até quando estarão impunes e desfrutando do sucesso de seu empreendimento mau?

Mas a justiça para quem vive praticando a maldade é o afastamento da experiência da presença de Deus. Eles habitam o pior dos mundos, pois a prática do mal desfigura o ser humano, o adoece espiritualmente e o afasta da experiência do amor e da Graça de Deus.

Enfim, as maldades do mau são sua própria paga, o embrutecimento de seu coração, a ausência do sentido de servir ao próximo, a falta de amor desprovido de segundas intenções, o medo de ser apanhado em seus delitos. Este é seu inferno.

Devemos invejar isso?

Juliano Fabricio lendo @provérbios 
(ouvi isso em uma pregação do Alexandre Robles)


Fazer o que é justo e certo é mais agradável ao Senhor do que oferecer sacrifícios.Provérbios 21.3 

Davi afirmou, ao confessar seus pecados, que Deus não queria seu sacrifício, porque se quisesse ele os faria, mas Deus queria seu coração contrito. 

Isaías alertou que Deus se cansava dos rituais e sacrifícios vazios de sentido, que os considerava como lixo. 

Tiago disse que a verdadeira religião é cuidar de órfãos e viúvas. 

E Jesus definiu a questão dizendo que a Lei, ou seja, tudo o que existe no Antigo Testamento em forma de liturgia, ritual, sacrifício, dias, pessoas e lugares sagrados, tudo, se resume em amar a Deus e ao próximo e ainda fazer aos outros o que gostaríamos que fosse feito a nós.

Toda complexa estrutura religiosa de Israel não deveria ter sido adaptada pelo cristianismo histórico e se tornado uma versão avançada, mas deveria ter acabado, porque tudo o que era maquete se concretiza em nossa maneira de viver a vida de acordo com os valores do Reino de Deus.

Adoração não é culto, não se faz prioritariamente com música, não trata de fenômenos sobrenaturais, não se fundamenta em modelos e regras do Antigo Testamento. Portanto, não há templo, sacrifício, levita ou sacerdote que tenham atualidade alguma na prática devocional cristã.

O que Ele quer é que vivamos a vida em serviço a Ele. E servir a Deus é prestar serviços às pessoas, é fazer o que é certo, mesmo se isso resultar em prejuízo próprio. Isso é adoração. E adorar a Deus é fazer o que Jesus faria se estivesse aqui.

Juliano Fabricio lendo @provérbios  (ouvi isso em uma pregação do Alexandre Robles)


Quem tem muitos amigos, pode chegar à ruína, mas há amigos mais chegados que um irmão. Provérbios 18.24 

Salomão diz que há muita injustiça entre os homens, favorecimento de uns em detrimentos de outros sem razão meritória (vs 5). Diz também que a tolice atrapalha muito os relacionamentos, porque o tolo não mede suas palavras, usa-as como armadilhas contras as pessoas e calunia pelo simples prazer de falar mal (vs 6,7 e 8).

Depois apresenta-nos a tolice interna, que é a insensatez, que torna as pessoas vaidosas, cheias de si, pensando a cerca de si mesmas muito mais do que é verdadeiro (vs12). Desse modo elas constroem suas relações mediadas por sua presunção e orgulho, causando mal estar nos ambientes e afastando pessoas. Tais pessoas estão mais ocupadas de ouvir o que falam, porque amam demais expor seu conhecimento e quando conversam com os outros parecem estar em monólogos assistidos (vs 13). Não conversam, apenas discursam acerca de seus feitos pessoais.

Como nos livramos de pessoas assim? Não dá pra fugir delas, elas parecem praga, aparecem em todos os lugares. Por mais puro que desejamos criar um ambiente, seja ele de trabalho, familiar, comunitário ou religioso, os tolos, insensatos e vaidosos sempre aparecem.

Creio que a amizade nos protege de tais relações, pelo menos em seus efeitos danosos. Amigos não agem como tolos, não são injustos, falam o que deve ser falado sem segundas intenções, não precisam provar nada pra nós, por isso não são vaidosos e nos ouvem, antes de falar, muitas vezes apenas ouvem. Com eles podemos ser quem somos e isso é tão importante que se nosso cônjuge é nosso amigo, então nossa família será nosso refúgio (vs22).

“Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo.” Provérbios 27.17

Juliano Fabricio @provérbios


“Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento” Provérbios 3:13.

A sabedoria é celebrada no Livro dos Provérbios de Salomão como sendo o maior tesouro de um ser humano. Tal sabedoria é aquela inteligência que nos torna aptos para viver a vida com bom senso, em busca do que é correto e justo.

Diferentemente das demais inteligências cognitivas, a sabedoria não é aprendida através de livros e fórmulas, mas através de experiência. Não é à toa que a palavra saber tem a mesma a raiz de sabor, informando-nos de que há distinção entre os saberes, um é o da teoria, outro da prática, como no caso de alguém conhecer as propriedades nutritivas de uma maçã, sem ter experimentado uma. A sabedoria figura entre as histórias de quem já comeu a maçã.

Daí a ênfase de Salomão sobre a necessidade de seguir seus conselhos, de se dar atenção aos seus alertas.

O coração sábio procura os sábios do caminho e a eles dá ouvidos, sem arrogância juvenil, sem prepotência intelectual, mas consciente de que a sabedoria não pode ser industrializada, nem dominada através das tecnologias e nem consumida como fast food. Precisa ser saboreada, à mesa da amizade e da comunhão.

Enquanto as pessoas valorizam a esperteza, a influência, o lobby, sábios são aqueles que prestam atenção devida aos sábios mais experientes.

®Alexandre Robles - @Provérbios


“Se você encontrar mel, coma apenas o suficiente para que não fique enjoado e vomite… Comer mel demais não é bom, assim como não é bom buscara a própria honra… Quem está satisfeito, despreza o mel, mas para quem tem fome, até o amargo é doce.” Provérbios 26.16,27 e 27.7

É, já deu pra perceber que Salomão gostava de mel. Preferências gastronômicas à parte, as lições que tais metáforas ensinam são importantes.

Somos seres feitos para o que é bom, saudável, belo, funcional, saboroso. Infelizmente a existência humana é marcada pela desorganização que gera confusão em nossos sentidos, ou seja, não reconhecemos as realidades como elas são. Além de não sabermos reconhecer limites de experimentação das realidades, pois ora estamos além, ora estamos aquém e discernir a medida certa é uma arte.

Nem o excesso nem qualquer coisa, pois corremos o risco de enjoarmos do que é bom ou de consumirmos o que não presta como se fosse “manjar dos deuses”.

A grande questão é que Deus, longe de ser estraga-prazeres, sabe o que realmente precisamos como alimento existencial e está nos oferecendo através da fé e da valorização das suas pequenas bondades. Ele sabe o mel que precisamos para dar sabor à vida.


®Alexandre Robles - @Provérbios



Se a soberba precede a ruína (Pv. 16:18), a humildade que precede a honra (Pv. 15:33). Tal afirmação está em perfeita consonância com a declaração de Jesus:”qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lc. 18:14). 

Se prestarmos atenção, perceberemos que quando se pergunta por uma definição do que é “humildade”, a maior parte das pessoas respondem descrevendo atitudes que são esperadas de uma pessoa humilde: não menosprezar os outros, não fazer as coisas para ter destaque etc.. Existe uma certa dificuldade em definir humildade em uma frase. Afinal, como poderemos defini-la? 

Creio que encontramos a resposta para essa pergunta em Jesus, pois foi Ele mesmo que se colocou como modelo de humildade: “aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mt. 11:29). Contudo, se colocar como padrão de humildade não é uma atitude que geralmente esperamos de uma pessoa humilde. E nossa dificuldade de compreender a humildade de Jesus se torna maior diante de declarações que Ele mesmo fez: “Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim. Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á” (Mt. 10:37-39). 

À luz da vida de Jesus, entendo que humildade é ter uma correta visão de si mesmo. É saber quem você é, ou seja, se colocar no seu devido lugar. Por isso Jesus poderia dizer tudo o que disse a respeito de Si mesmo, expressando sua humilde. Ele, antes de lavar os pés de seus discípulos, sabia que “o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e ia para Deus” (Jo. 13:3). 

E nós? Quem somos? O que diremos a nosso respeito? Em poucas palavras, como nos definiríamos? 

Creio que devemos começar pela palavra pecador, pois é isso que sou antes de qualquer coisa: “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl. 51:5). Por natureza, somos merecedores da ira de Deus, filhos da desobediência, inimigos de Deus. O publicano desceu para sua casa justificado ao assumir essa realidade, declarando: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lc. 18:9-14). 

Reconhecer-se pecador é mais do que uma simples declaração. A percepção que temos do nosso pecado é demonstrada de forma prática. 

O homem que sabe que é pecador, age com prudência, com cautela, sempre vigilante, pois o pecado é uma realidade que nos cerca todo o dia (Hb. 12:1). Esse homem se desvia do mal (Pv. 16:17) e guarda a palavra que diz: “Foge das paixões da mocidade” (II Tm. 2:22). 

O homem que conhece a humildade, não despreza quem está preso ao pecado, e não se considera imune a essa situação, pois sabe que é um homem sujeito às mesmas paixões (Tg. 5:17). Contudo, isso não é uma justificativa para a omissão diante do pecado dos outros, fazendo mau uso de afirmações como “errar é humano” ou “ninguém é perfeito”. Mas o humilde observa com zelo a orientação paulina: “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado” (Gl. 6:1). 

Esse homem é aberto para receber a repreensão, pois sabe que o Corpo de Cristo é ambiente para a admoestação mútua (Hb. 10:25), atitude que parte de corações cheios de bondade (Rm. 15:14). Ele também reconhece o chamado de Deus na vida de outros: “Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam; e que os tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns com os outros” (I Ts. 5:12,13). 

Sabemos que Deus nos chamou para a maturidade. Contudo, como crescer em Cristo sem cultivar a virtude da humildade? Devemos sempre nos lembrar que ”Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça” (I Pe. 5:5). 



...sobre Erros, Acertos, Experiências e Paciência...


Ao homem pertencem os planos do coração, mas do Senhor vem a resposta da língua.
Provérbios 16:1

"Aquele que tiver paciência terá o que deseja." Benjamim Franklin.

Sabe quando tudo está andando, indo, seguindo, mas não do jeito que você imaginou que deveria ser? Não do jeito que você queria que fosse? Não do jeito que você acha que seria melhor?

Pura falta de paciência.

Eu acredito que as coisas acontecem quando e como tem que acontecer, de um jeito que, no futuro, aquilo foi o melhor que poderia acontecer.

Inclusive as coisas erradas. Creio que aprendemos muito com os nossos erros, e se hoje, você erra, amanhã você vai dizer “Não posso fazer isso, é errado”, e ai não erra de novo.

Claro que isso pede uma reflexão sobre as coisas que vão acontecendo na nossa vida. Tanto as coisas boas, como as coisas ruins. Acho também que é uma forma de ajudar os outros, ou seja, nem sempre o que acontece com a gente, é um aprendizado pra gente, pode ser que lá na frente, alguém vai se espelhar na nossa experiência pra não errar, e sim, fazer o que é correto.

Somos a junção de nossas experiências, por isso precisamos viver, e refletir no que vivemos, e claro, ter paciência.

Apesar de aprendermos com o erros, não podemos errar de propósito, entende?

Não podemos pensar “É certeza que é errado fazer isso, mais ai vai virar aprendizado” não! Devemos estar sempre tentando acertar, sempre tentando fazer o que é melhor pra gente e pro nosso futuro. Não dá pra ficar dando uma de louca toda vez que quiser fazer alguma coisa que provavelmente é errado.

Tem que ter paciência, se ainda não aconteceu, é por que você ainda não está preparado para aquilo. É por que você ainda não aprendeu o que precisa aprender, pra poder enfrentar os problemas que viram durante ou depois daquilo que você tanto almeja.

Eu sei, eu sei... É difícil.

Ninguém gosta de viver sem saber exatamente o que vai acontecer. Mas no fundo, ninguém sabe, por que, por mais que a gente planeje, não podemos controlar nada.

“A gente faz os planos e Deus faz os planetas”

Mas se o que você tanto quer ainda está longe, ou parece difícil de acontecer do nada, peça ajuda a Deus e se mexa, não fique parado, planeje, vá atrás, viva, aprenda com seus erros e acerto, exercite sua paciência, que o que está guardado pra você, será seu.

"O que vale a pena possuir, vale a pena esperar." Marcelo Pereira. 

Juliano Fabricio

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