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A Bíblia não é uma série de histórias desconexas. É uma narrativa única que aponta sempre para sua figura central: 

Jesus Cristo. Redentor da humanidade e personificação da Graça.

Com base nessa ideia e em uma fala de Tim Keller, Dan Stevers produziu essa fantástica animação. Ao decorrer do vídeo ele menciona um Adão e uma Eva que não comeram do fruto proibido, um Isaque que foi sacrificado, um Jó que intercede por seus inimigos, enfim, todas as histórias que prenunciavam a vinda de Cristo e que Ele, como homem perfeito, as cumpriu de forma imaculada e graciosa.


[O vídeo possui legendas em inglês, clique “CC” para ativá-las]
 (clicando no botão da engrenagem você pode escolher a tradução simultânea pro português, que funciona quase perfeitamente).



Os debates morais têm em suas entrelinhas a discussão a respeito das fontes de autoridade para a normatização do que é aceitável e permitido, o que deve ser coibido e proibido.

Existem várias fontes normativas: as escolas filosóficas, a ciência, a racionalidade (modernidade) e a subjetividade (pós modernidade) humanas, a antropologia e as construções culturais, são exemplos de critérios que ao longo do tempo vêm sendo usados para a definição do certo e errado. Mas não há dúvidas de que os textos sagrados são a fonte por excelência para um grande contingente de pessoas, notadamente as inseridas nas tradições religiosas: a Torah para os judeus, a Bíblia para os cristãos, o Corão para os islâmicos.

A Bíblia não pode ser lida de maneira literal e estática. Suas orientações éticas devem ser atualizadas. É necessário identificar o momento histórico e os contextos social e cultural em que foram pronunciados, buscar a inteligência das orientações, e verificar como se aplicam em diferentes períodos e circunstâncias.

Os conflitos entre as normatizações bíblicas e os dilemas éticos do mundo contemporâneo são cada vez mais complexos. O herói bíblico Josué, sucessor de Moisés e comandante responsável por conduzir o exército de Israel na posse da terra prometida, seria hoje condenado como criminoso de guerra acusado de crime contra a humanidade e genocídio, nos termos dos acordos internacionais, como a Convenção de Genebra e o Estatuto de Roma, que regem a Corte Penal Internacional, o Tribunal de Haya.

Caso o encontro entre o apóstolo Paulo e Onésimo ocorresse hoje, Filemon seria denunciado no Ministério Público e acusado do crime de exploração de trabalho escravo. Também seria impensável hoje em dia a condição da mulher nos tempos bíblicos, como por exemplo a situação em que Ló oferece suas duas filhas virgens para que sejam violentadas pela multidão e assim evitar evitar o assassinato xenófobo de hóspedes estrangeiros.

As leis reguladoras do divórcio também sofreram consideráveis ajustes ao longo dos tempos. Previsto na Torah, a Lei de Moisés, o divórcio era compreendido pela comunidade de Israel como um direito da mulher repudiada. O repúdio era o ato de rompimento do vínculo conjugal feito pelo homem insatisfeito com sua mulher. Ao oferecer carta de divórcio, o homem abria mão da posse da mulher com quem esteve casado – na sociedade patriarcal judaica a mulher era propriedade econômica do pai e depois do marido. A mulher repudiada sem carta de divórcio permanecia vinculada ao ex-marido (que sem a carta de divórcio não era considerado ex), e impedida de casar-se novamente. A carta de divórcio, portanto, foi uma orientação reparadora de uma injustiça e um ato de proteção da mulher vitimada pelos caprichos masculinos. Hoje, entretanto, na maioria das igrejas evangélicas ainda existe a crença de que “Deus odeia o divórcio”, quando na verdade “Deus odeio o repúdio que não se faz acompanhar da carta de divórcio”. Jesus era a favor do divórcio, uma vez que constava da Lei de Moisés. Apenas não era favorável ao divórcio “em qualquer situação”, e nesse caso se alinhava à visão conservadora do rabino Shammai, em detrimento da postura mais flexível do rabino Hilel. A sociedade contemporânea, chamada secular, por sua vez, sequer compreende o fato de que divórcio e novo casamento sejam tratados como tabús nas comunidades religiosas.

Estes poucos exemplos servem para demonstrar as razões da suspeita de que a Bíblia seja um livro desatualizado em termos de normatizações para a vida em sociedade. É necessário compreender, entretanto, que Jesus ressignifica a Lei de Moisés e eleva a régua do debate a respeito do certo e errado. Manter o debate nas categorias da Lei implica necessariamente a armadilha do farisaísmo do primeiro século: julgar a qualidade dos homens com base em comportamentos morais.

Sendo verdadeiro que a moral é o conjunto de práticas aceitas e incentivadas e reprovadas e coibidas de uma sociedade, a ética pode ser entendida como os critérios através dos quais são feitos os julgamentos morais. Por exemplo, a escravidão é inadmissível (costume/moral) pois todos os homens são iguais porque criados à imago Dei (princípio ético). A lei, por sua vez, é a regulamentação objetiva e formal da moral. Nesse caso, a escravidão não é apenas um costume (moral) inaceitável, justificado por um princípio (ética), como também crime (lei).

Jesus, entretanto, vai além da lógica ética-moral-lei. Sua proposta para o discernimento do certo e errado extrapola os princípios da tradicão, da filosofia e da teologia, confronta todas as práticas aceitas socialmente e exige a completa reinterpretação e ressignificação da senso comum social. Por essa razão cura no sábado, deixa de lavar as mãos antes das refeições, toca os impuros e se deixa tocar por eles, vive rodeado de pessoas de reputação duvidosa, impede a adúltera de ser apedrejada, e estabelece comunhão com estrangeiros, dentre outras atitudes escandalosas para sua sociedade e sua época, mas elogiadas nos dias de hoje como superação de fundamentalismos, preconceitos e intolerâncias.

Para encontrar o caminho a seguir nas encruzilhadas dos dilemas éticos, morais e legais, Jesus propõe o amor. A vida humana é complexa demais para que todas as questões sejam resolvidas através de regras e leis. O ser humano é valioso demais para que seja tratado de acordo com a letra fria das leis e da impessoalidade das regras. A ética, a moral, e a lei devem servir de referência para as decisões e relações. Mas toda vez que tiverem a última palavra, a lógica de Jesus estará invertida, como se “o homem tivesse sido criado para o sábado”. Diante de um ser humano em conflito a respeito do certo e do errado, vale o amor. Eis o desafio aos cristãos contemporâneos: viver a proposta de Jesus, interpretada por Santo Agostinho: “ama e faz o que quiseres”.

Ed René Kivitz, no Facebook

“Esta Terra é Minha”   *infelizmente atual*

“Esta Terra é Minha, Deus deu esta Terra para Mim“, cantado na voz aveludada de Andy Williams, em uma tragicômica animação de Nina Paley sobre aquele pequeno pedaço de terra no Oriente Médio tão disputado desde os primórdios da história.

Dos primeiros habitantes coletores aos da terra de Canaã, passando pelos egípcios, assírios, aos “filhos de Israel” no antigo testamento, babilônios, macedônios, gregos, ptolemaicos, selêucidas, de volta aos hebreus, aos macabeus, romanos, bizantinos, califas, cruzados, mamelucos, otomanos, árabes e então aos tempos modernos, com a dominação europeia representada pelos britânicos, que então dividiram as terras entre palestinos e judeus… que continuam disputando esse pequeno pedaço de terra até hoje, na luta representada na animação pelo Hezbollah e o estado de Israel.

Paley deixa claro que esse é apenas um cartum, sem pretensão de ser uma representação histórica rigorosa de todo o sangue derramado, e na animação arrisca uma visão do futuro: ao final <spoiler>o verdadeiro dono da terra, o verdadeiro herói do Antigo Testamento, é o Anjo da Morte</spoiler>.

KENTARO MORI, no S&H


“Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.” Salmos 40:1

...Sabe quando tudo está andando, indo, seguindo, mas não do jeito que você imaginou que deveria ser? Não do jeito que você queria que fosse? Não do jeito que você acha que seria melhor? Pura falta de paciência.

Tenha paciência, se ainda não aconteceu, é por que você ainda não está preparado para aquilo. É por que você ainda não aprendeu o que precisa aprender, para poder enfrentar os problemas que viram durante ou depois daquilo que você tanto almeja. Eu sei, eu sei...É difícil.

Ninguém gosta de viver sem saber exatamente o que vai acontecer. Mas no fundo, ninguém sabe, por que, por mais que a gente planeje, não podemos controlar nada.

“A gente faz os planos e Deus faz os planetas”

Mas se o que você tanto quer ainda está longe, ou parece difícil de acontecer do nada, peça ajuda a Deus e se mexa, não fique parado, planeje, vá atrás, viva, aprenda com seus erros e acertos, exercite sua paciência, que o que está guardado pra você, será seu.

...e sempre lembre-se da história desses caras abaixo:

- Nelson Mandela foi preso político por 28 anos, antes de se tornar o primeiro presidente negro da África do Sul.

- Abraão esperou 25 anos para conhecer a terra que Deus disse que lhe daria.

- Moisés tinha 40 anos de idade quando viveu a experiência de ruptura com os Egípcios. Durante os próximos 40 anos ele viveu uma vida comum, sem saber o que lhe aguardava. E quando libertou o povo da escravidão, caminhou com ele pelo deserto por mais 40 anos.

- Davi esperou cerca de 12 anos para tomar o poder, já sabendo que seria Rei de Israel, enquanto cuidava de ovelhas nos pastos.

- Paulo demorou cerca de 16 anos para começar seu ministério.

- Jesus Cristo iniciou o seu apenas aos 30 anos de idade.

Enfim, o sentimento de urgência e a abundância de pseudo-novidades, nos roubam a experiência da persistência. Passamos a tratar a vida como uma série de acontecimentos desconectados, sem continuidade, que servem apenas para satisfazer necessidades imediatas. Nosso coração está acelerado, temos pressa pra tudo e o que não conseguimos resolver na hora, dispensamos, ao invés de guardarmos nos baús da alma, até que seja a hora propícia. Como será a velhice de quem sonha em se aposentar com 40 anos de idade? Como viverão juntas as pessoas que não têm tolerância às primeiras discussões em um relacionamento, não sabem respeitar o silêncio, não sabem se comportar diante da dúvida, da confusão de ideias? Casamentos, educação de filhos, tarefas nobres da história, não acontecem da noite para o dia, levam décadas, exigem de nós paciência e esperança, e a diferença entre os que realizam e os que se tornam amargos, críticos e frustrados, reside na persistência que faz da vida uma jornada.

"O que vale a pena possuir, vale a pena esperar." Marcelo Pereira.

"Aquele que tiver paciência terá o que deseja." Benjamim Franklin.

Ps: Vale a pena ler o Salmo 40 inteiro. 

Juliano Fabricio
como bem disse o Lenine: 
“Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência”


Tudo começou com Sócrates, quando este afirmou confiante: 

“Uma vida não analisada, não vale a pena ser vivida”. 

Depois, através de debates filosóficos, este conceito foi aceito por muitos homens, culturas e gerações. Daí, o “entender” tornou-se mais importante do que o “viver”. O problema, com o qual me preocupo, é que tal compreensão racionalista atingiu a igreja também, quando teólogos e pastores começaram a substituir a plena experiência da vida cristã por análises teológicas frias da Bíblia. No entanto, é certo que Jesus repreenderia todos eles, ensinando-lhes o oposto: “Uma vida não vivida, não pode ser analisada”.

A Palavra de Deus, consolidada na escrita da Bíblia, parece ser, diante deste pensamento de Sócrates, um meio oficial de diagnóstico da realidade, em que ensaios e testes com os textos bíblicos, são necessários para conclusões sistemáticas sobre a vida. Entretanto, não é para tais propósitos que Deus decidiu se revelar. A Bíblia – quando lida a partir de Jesus – mostra-nos claramente que a Palavra desceu dos céus para habitar em homens. “Jesus”, enquanto homem temporal, regional e histórico, foi o ser no qual a Palavra, ou seja, O Filho de Deus veio morar primeiro (Jo 1.1). Depois da ressurreição, o Filho deixou o Espírito de Deus para fazer de nós suas moradas. Jesus teve a primazia ao conter a Palavra. Agora ela reside em nós.


É neste sentido que “somos” Bíblias vivas e ambulantes, assim como Jesus o foi, pois a Bíblia, escrita ou encarnada, é qualquer canal que contenha a Palavra de Deus. Você com sua linguagem atual, no contexto de sua geração, seu comportamento à imagem do de Cristo, suas doutrinas práticas, suas leis de amor, seus dogmas de serviço e seu apocalipse de perdão, têm preceitos de uma Bíblia viva, que anda, fala, adverte, edifica e que entra em países antidemocráticos sem a Bíblia-livro, mas completamente preenchido pela verdade de Deus sobre a existência humana. Você pode ser o Novo Testamento que continua sendo escrito a cada sessão de amor ao próximo. Leia os Evangelhos e as cartas de Paulo todos os dias, mas saiba que a “bíblia-livro” só serve para que você sirva.

Somente uma vida espiritual vivida desta forma, pode, ao mesmo tempo, ser pesquisada nas páginas físicas da “bíblia-livro”. Pois do contrário, se a espiritualidade de alguém ainda permanece morta, como este indivíduo morto espiritualmente, poderia conhecer as coisas do Espírito? (Rm 8.16) Não é possível. Eu “sou” a Bíblia!

A Palavra só faz sentido ao mundo quando ela mora dentro do meu peito. Há um Sermão do Monte escrito em meu coração, que compartilho em vales, ruas, praças, tribos e povos. A análise de tudo isto é de segunda importância, porque a mesma precisa ser precedida de vida em abundância, de sinceridade no agir, de amor a Deus e ao próximo. Aprenda isto hoje e passe mais esta página. E entenda, de uma vez por todas, que Deus ainda escreve Bíblias



“Se alguém nos perguntasse: “O que é a Bíblia?” provavelmente não começaríamos nossa resposta dizendo: “A Bíblia é um livro realista”. Contudo, no século em que estamos esse poderia ser o melhor ponto de partida – enfatizar o realismo da Bíblia em contraste com o romantismo que caracteriza o conceito de religião do século 20. Para a maioria das pessoas modernas, a verdade é para ser buscada por meio de um salto do qual extraímos nossas próprias experiências.

Muitos sentem que a Bíblia devia retratar uma visão romântica da vida, mas a Bíblia é de fato o livro mais realista do mundo. Ela não diz de modo pouco sincero: “Deus está no seu céu – tudo está bem com o mundo!” A Bíblia encara de frente os dilemas do mundo. Contudo, diferentemente do realismo moderno que termina em desespero, a Bíblia tem respostas para os dilemas. E ainda, diferentemente do romantismo moderno, suas respostas não são otimismo sem uma base suficiente, nem esperança pendurada num vácuo.

Por isso devemos dizer de imediato às pessoas deste século: a Bíblia é um livro de fibra resistente.

O realismo da Bíblia conduz a muitas aplicações práticas. Por exemplo, por ver os homens como pecadores, a Bíblia ensina que existe a necessidade da força nesse mundo caído. Forma não se desenvolve sozinha. Allen Ginsberg era típico de alguns que dizem que a forma é desnecessária; tire a forma e a vida sairá bem, na certa. Mas dê uma boa olhada na sociedade sem forma e sem pelo menos alguma força que a faça manter essa forma. A anarquia logo desumaniza os homens.

Mas felizmente a Bíblia dá respostas que se adequam à estrutura de um mundo perdido. Ensina que a força precisa ser usada em muitos diferentes níveis. Os cristãos entendem que a punição deve ser usada em casa. Se seus filhos são parte da raça revoltada dos homens (como a Bíblia afirma que são), então em nossos lares precisamos providenciar estrutura e forma, bem como liberdade. O equilíbrio de forma e liberdade precisa existir no lar de um modo prático: deve haver um castigo como parte do amor.

O conceito bíblico está enraizado no caráter do próprio Deus. Deus existe e ele é santo: ele odeia o pecado e o erro e a crueldade. Ele julgará o pecado: contudo ao mesmo tempo ele é amor. Então a tarefa do cristão é demonstrar e agir com base no caráter de Deus. O cristão não deve ser um ser romântico para com o pecado e a perdição no mundo, pois, em seu lar, sociedade, igreja, organizações e relacionamentos, ele deve implementar o juízo quando necessário – mas com as motivações simultâneas de justiça e amor.

Uma vez enxergando o realismo da Bíblia, podemos entender porque a reforma produziu um sistema democrático de controle de poder. Um cristão não confia nem em si com poder ilimitado. Calvino ponderou que, por serem os homens pecadores, é melhor serem governados por muitos, em vez de o serem por poucos ou por um só homem. Toda organização cristã, e todo estado edificado sobre a mentalidade da Reforma, são construídos para permitir aos homens liberdade sob Deus, mas não uma liberdade ilimitada. Liberdade sem limites não funcionará num mundo perdido; alguma estrutura e forma são necessárias.

Portanto, quando dizemos que a Bíblia é um livro realista, isso não é uma proposição teórica num tabuleiro de xadrez metafísico. Está relacionado com as realidades da vida – realidades no lar, no governo, no modo em que olhamos o mundo.

Francis Schaeffer - em seu livro Não há gente sem importância via: rennovario


A Bíblia é semelhante a um palácio maravilhosamente construído: de pedras ornamentais preciosas, contendo sessenta e seis (66) salas majestosas, cada uma das quais é diferente das suas companheiras e perfeita em sua beleza individual; sendo que formam um edifício incomparavelmente belo, glorioso e sublime.

No livro de Gênesis encontramo-nos no vestíbulo magnifico, onde somos introduzidos imediatamente aos arquivos das obras excelsas de Deus, na Criação. Este vestíbulo dá entrada nas Audiências Judiciais; depois das quais, chegamos as Galerias de Pinturas dos livros históricos. Aqui encontramos a Sala de Música - o livro de Salmos, e aqui nos demoramos tocados profundamente pelas mais sublimes harmonias que jamais chegaram aos ouvidos humanos. 

Logo depois, entramos no Gabinete de Negócios - o livro de Provérbios, no centro do qual se acha a divisa: "a justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos." Logo após, damos no Gabinete de Investigações - o Eclesiastes, e daí, para o Conservatório - os Cânticos de Salomão, onde nos saúdam o aroma flagrante de frutas escolhidas e de belas flores com o canto doce dos passarinhos. Depois chegamos ao Observatório, onde os Profetas com os seus telescópios estão esperando o aparecimento da "Estrela Resplandecente da Manhã", antes do despertar do "Sol da Justiça".

Atravessando o Pátio do Silêncio, alcançamos a Sala de Audiências do Rei – os Evangelhos, onde podemos ver quatro retratos do próprio Rei, os quais revelam as petições de Sua beleza Divina e infinita.

Em seguida, entramos no Gabinete de Trabalho do Santo Espírito - os Atos dos Apóstolos e além dele, está a Sala da Correspondência - as Epístolas, onde vemos: Paulo, Pedro, Tiago, Judas e João ocupados nas suas bancas, sob a Inspiração do Espírito da Verdade.

Finalmente chegamos A Sala do Trono - livro de Apocalipse onde ficamos arrebatados pelo imenso volume de adoração e louvor, que é dirigido ao Rei Entronizado e que enche a vasta sala, ao passo que nas Galerias e no Tribunal de Glória, relacionadas com a futura manifestação do Filho de Deus, que é o "Rei dos reis e Senhor dos senhores".

Autor desconhecido.


Então Jesus disse a multidão e aos seus discípulos: os “pastores” e “líderes” evangélicos se dizem cristãos e meus representantes nesse país. Obedeçam-lhes e façam tudo que eles dizem. Mas não façam o que eles fazem, pois não praticam o que pregam. Eles colocam pesos nos ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos a levantar um só dedo para movê-los. Tudo o que fazem é para serem vistos pelos homens. Eles carregam grandes Bíblias e vestem ternos de luxo; gostam do lugar de honra nos jantares e congressos e colocam cadeiras especiais em seus templos para se assentarem, e gostam de serem saudados nas ruas e nas praças e de serem chamados de “pastores”, “bispos”, ou “apóstolos”. 

Mas vocês não devem ser chamados de mestres, pois um só é o Mestre de vocês, e todos vocês são irmãos. A ninguém na terra chamem de “pai”, porque vocês só têm um Pai, aquele que está nos céus. Tão pouco, vocês devem ser chamados de líderes, guias, ou pastores, porquanto vocês só têm um Guia e um Pastor, o Cristo. O maior entre vocês deverá ser servo. Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar, será exaltado. 

Ai de vocês, “pastores” e “lideres”, hipócritas! Vocês fecham o Reino dos céus diante dos homens! 

Vocês mesmo não entram, nem deixam entrar aqueles que gostariam de fazê-lo. 

Ai de vocês, “pastores” e “lideres” evangélicos, “atores”! Porque percorrem terra e mar para fazer um convertido e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes mais filho do inferno do que vocês! 

Ai de vocês, guias cegos! Pois dizem: ‘Se alguém faz algum tipo de voto a Deus e não conseguir cumpri-lo está perdoado, mas se tiver dinheiro envolvido no voto, ele está amaldiçoado!’ Cegos insensatos! O que é mais importante? O dinheiro ou Deus que santifica o dinheiro? 

Ai de vocês, “pastores” e “lideres” evangélicos, duas caras! Vocês dão o dizimo de tudo, até mesmo de um sapato que ganham, mas tem negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vocês devem praticar estas coisas, sem omitir aquelas! “Pastores” cegos! Vocês coam um mosquito e engolem uma vaca! 

Ai de vocês, “mestres da palavra”, “teólogos”, hipócritas! 

Vocês limpam o exterior do copo e do prato, mas por dentro eles estão cheios de ganância e cobiça. “Religioso” cego! Limpe primeiro o interior do copo e do prato, para que o exterior também fique limpo. 

Ai de vocês, “pastores” e “lideres”, falsos! Vocês são como jazigos ornamentados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e todo o tipo de imundície. Assim são vocês: parecem justos ao povo, mas por dentro estão cheios de hipocrisia e maldade!Serpentes, raça de cobras! Como vocês escaparão da condenação do inferno? 

Por isso, eu estou enviando profetas, sábios e mestres. A uns vocês matarão; a outros, excluirão de seus templos e o difamarão por todas as cidades do país. Eu lhes asseguro que tudo isso sobrevirá a esta geração! 

Jesus


Acho frustrante quando leio ou ouço colunistas, especialistas ou jornalistas acusando cristãos de incoerência porque “selecionam e escolhem quais regras da Bíblia obedecer”. O que ouço com mais frequência é que “cristãos ignoram muitos textos do Antigo Testamento – sobre não comer carne crua ou carne de porco ou de marisco, executar pessoas por violarem o sábado, não usar peças de roupas tecidas com dois tipos de material e assim por diante. E em seguida, eles condenam a homossexualidade. Vocês não estão simplesmente escolhendo o que querem acreditar na Bíblia?”. 

Não é que eu espero que todos tenham a capacidade de compreensão de que a Bíblia inteira é sobre Jesus e o plano de Deus para redimir o seu povo, mas espero em vão que um dia alguém se aproxime do senso comum (ou pelo menos consulte um conselheiro teológico informado) antes de levantar acusação de incoerência. 

Em primeiro lugar, vamos deixar claro que não é apenas o Velho Testamento que possui proscrições sobre a homossexualidade. O Novo Testamento também tem muito a dizer sobre isso. Até Jesus diz em sua argumentação sobre o divórcio em Mateus 19.3-12 que o projeto original de Deus era que um homem e uma mulher se unissem como uma só carne, e na falta disto ( v. 12) as pessoas devem abster-se de casamento e do sexo. 

No entanto, vamos voltar a grande questão de incoerência em relação às coisas mencionadas no AT que não são mais praticadas pelo povo de Deus do Novo Testamento. Muitos dos cristãos não sabem o que dizer quando confrontados sobre isso. Segue um breve rumo sobre a relação do Antigo Testamento com o Novo Testamento: 

O Antigo Testamento dedica uma boa parte do seu espaço para descrever os vários sacrifícios que deveriam ser oferecidos no tabernáculo (mais tarde, no templo) para reparar o pecado, de modo que os fiéis poderiam se aproximar do Deus santo. Como parte desse sistema sacrificial, havia também um conjunto complexo de regras para o asseio e pureza cerimonial. Você só poderia se aproximar de Deus em adoração se tivesse comido certos alimentos, vestisse de certas formas, se abstivesse de tocar uma variedade de objetos, e assim por diante. Isso transmitia vividamente, vez após outra, que os seres humanos são espiritualmente impuros e não podem ir à presença de Deus sem purificação. 

Mesmo no Antigo Testamento, muitos escritores deram a entender que os sacrifícios e as regras do templo de adoração apontavam para algo além deles. (cf. 1 Samuel 15.21-22, Salmos 50.12-15; 51.17; Oséias 6.6). Quando Cristo apareceu, ele declarou “puros” todos os alimentos (Marcos 7.19) e ignorou as leis de pureza do Antigo Testamento tocando aos leprosos e mortos. 

O motivo ficou claro. Quando ele morreu na cruz o véu do templo se rasgou, mostrando que a necessidade de todo sistema sacrificial com as suas leis de pureza haviam terminado ali. Jesus é o sacrifício definitivo pelo pecado e agora Jesus nos faz “puros”. 

Todo o livro de Hebreus explica que as leis cerimoniais do Antigo Testamento não foram tão abolidas quanto foram cumpridas por Cristo. Sempre que oramos “no nome de Jesus”, temos “plena confiança para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus”. (Hebreus 10.19). Seria, portanto, profundamente incompatível com o ensinamento da Bíblia como um todo se continuássemos a seguir as leis cerimoniais. 

O Novo Testamento nos dá mais orientações sobre como ler o Antigo Testamento. Paulo deixa claro em passagens como Romanos 13.8 que os apóstolos entenderam que a lei moral do Antigo Testamento ainda se vincula a nós. Em suma, a vinda de Cristo mudou a forma como adoramos, mas não o modo como vivemos. A lei moral é um esboço do próprio Deus o seu caráter – sua integridade, amor e fidelidade. E assim tudo o que Antigo Testamento fala sobre amar o nosso próximo, cuidar do pobre, generosidade com nossas posses, as relações sociais e o compromisso com nossa família, ainda está em vigor. O Novo Testamento continua a proibir matar ou cometer adultério, e toda ética sexual do Antigo Testamento é reafirmado através do Novo Testamento (Mateus 5.27-30, 1 Coríntios 6.9-20; 1 Timóteo 1.8-11.) Se o Novo Testamento tem reafirmado um mandamento, então ele ainda está em vigor para nós hoje. 

Além disso, o Novo Testamento explica outra mudança entre os Testamentos. Pecados continuam sendo pecados, mas as penalidades mudam. No Antigo Testamento, coisas como adultério ou incesto eram passíveis de serem punidas com sanções civis como a execução. Isto porque naquela época o povo de Deus existia sob a forma de um Estado-nação, então todos os pecados tinham penalidades civis. 

Mas no Novo Testamento o povo de Deus é um conjunto de igrejas em todo o mundo, vivendo sob muitos governos diferentes. A igreja não é um governo civil, então os pecados são tratados pela exortação e, na pior das hipóteses, a exclusão da membresia. Isto é como o caso de incesto na igreja de Corinto foi tratado por Paulo (1 Coríntios 5.1 e 2 Coríntios 2.7-11). Por que essa mudança? Em Cristo, o evangelho não se limita a uma única nação – foi liberado para todas as culturas e povos. 

Uma vez que você admite a principal premissa da Bíblia – sobre o sublime significado de Cristo e sua salvação – todas as diversas partes da Bíblia fazem sentido. Por causa de Cristo, a lei cerimonial é revogada. Por causa de Cristo a Igreja deixou de ser um estado-nação impondo penalidades civis. E tudo se encaixa. No entanto, se você rejeita a ideia de Cristo como Filho de Deus e Salvador, então, é claro, a Bíblia é no máximo uma mistura contendo um pouco de inspiração e sabedoria, mas a maior parte teria que ser rejeitada como insensato ou falso. 

Então, em que posição nos encontramos agora? Há apenas duas possibilidades. Se Cristo é Deus, então essa maneira de ler a Bíblia faz sentido e é perfeitamente coerente com sua premissa. A outra possibilidade é de você rejeitar a tese básica do cristianismo – você não acredita que Jesus é o Filho ressuscitado de Deus – e então a Bíblia não é um guia seguro para você sobre muita coisa. Mas a única coisa que você não pode realmente dizer com justiça é que os cristãos estão sendo incompatíveis com suas crenças por aceitarem as afirmações morais do Antigo Testamento e não praticarem outros. 

Uma maneira de responder à acusação de incoerência pode ser fazendo uma contra pergunta: “Você está me pedindo para negar a essência da minha crença cristã?” Se for perguntado: “Por que você diz isso?” Você poderia responder: “Se eu acredito em Jesus como Filho ressurreto de Deus, eu não posso seguir todas as leis ‘limpas’ de dieta e prática, e eu não posso oferecer sacrifícios de animais. Isso seria negar o poder da morte de Cristo na cruz. Assim, quem realmente crê em Cristo deve seguir alguns textos do Antigo Testamento e outros não.” 

Traduzido e gentilmente cedido por Diogo Bastos | iPródigo | original aqui


Há quase 20 anos eu ouvi um sermão de um pregador negro norte-americano chamado Tom Skinner que abalou minhas estruturas. Foi um daqueles defining moments da vida. Tom Skinner nasceu e cresceu no Harlem, bairro negro de Nova Iorque, na década de 1940 onde, segundo ele, “era comum acordar no meio da noite com os gritos de uma mãe que havia percebido que seu bebê de suas semanas de vida fora mordido por uma ratazana até morrer”. Depois de ter sido líder de uma violenta gangue de rua na adolescência, Skinner experimentou o poder transformador do Evangelho e tornou-se um líder respeitado na luta contra a injustiça e a pobreza, e a favor da reconciliação racial. Tom Skinner costumava dizer: “Se Cristo é a resposta, quais são as perguntas?” 

O que ouvi Skinner pregar que ainda hoje ecoa em meus ouvidos é sobre a nossa tendência comum de ler a Bíblia sem o compromisso de uma interpretação correta da mesma. Ele falava sobre o que era comum em muitos grupos pequenos de estudo bíblico nos EUA (e talvez não apenas lá, mas em muitas partes do mundo). Um grupo de cristãos se reunia em uma casa para estudar a Bíblia. Eles escolhiam um texto para ler e, depois da leitura, o “líder” do grupo se dirigia a cada um dos participantes e pedia para que cada um expressasse o que aquela passagem significava para si. Depois de todos terem falado o que a passagem lida significava para si mesmo, o estudo bíblico era encerrado, geralmente com uma oração. “E todos saiam de lá sabendo o que aquela passagem significava para fulano e sicrano, mas sem saber exatamente qual era o significado real da passagem”, dizia Skinner. Era por isso, ele apontava, que havia milhares de grupos de estudo bíblico nos EUA se reunindo em lares a cada semana e, no entanto, produzindo tão pouco em termos de mudança de vida e da sociedade norte-americana. Era pela falta de um compromisso com uma leitura e interpretação séria da Bíblia, que muitos americanos de classe-média podiam ler a Bíblia sem levar em consideração as centenas de versos que falam sobre o compromisso de Deus com os pobres (e o chamado para que o povo de Deus tenha um compromisso semelhante) e o clamor profético pela justiça social. E é esse estudo subjetivo e descompromissado das Escrituras que parece estar ganhando força novamente. 

Uma das regras básicas de interpretação bíblica é que a Escritura é a sua própria intérprete. Antes de perguntar o que uma passagem significa para mim hoje (ou para qualquer pessoa), uma interpretação ortodoxa das Escrituras exige que eu me empenhe em descobrir o que essa passagem significava para o escritor da mesma e para os seus leitores na época em que foi escrita. Muitas vezes é preciso considerar também a relação dessa passagem específica com o restante das Escrituras que tratam do mesmo tema. Somente depois de ter feito isso é que eu posso perguntar o que a passagem significa para mim hoje. Sem esses passos, dificilmente teremos uma leitura transformadora das Escrituras. E o que mais a geração emergente de discípulos de Jesus deseja – uma revolução espiritual – não irá acontecer. 

Tudo isso soa ultrapassado e estreito demais para aqueles que estão seguindo as idéias pós-modernas como lente e filtro para a leitura da Bíblia e a prática da fé cristã. Para estes, não há significado algum no texto a não ser o significado dado pelo leitor do texto. O conclusão lógica para esse tipo de leitura bíblica é a relativização das Escrituras e, conseqüentemente sua perda de qualquer autoridade (uma vez que a autoridade é transferida para o leitor e intérprete do texto). Este é um caminho perigoso e infrutífero que muitos cristãos emergentes serão tentados a seguir nestes tempos de pós-modernidade. A ironia disso é que, embora a igreja emergente esteja buscando um novo Cristianismo, se seguir por esse caminho de leitura e interpretação das Escrituras, estará repetindo os erros que marcaram o liberalismo alemão do início do século passado e que levaram boa parte da Europa a ser morta espiritualmente como hoje. 

Jesus disse: “As minhas palavras são espírito e vida”. Quando a Bíblia se torna relativa por meio de uma leitura e interpretação sob as lentes do pós-modernismo, o futuro da igreja que segue por esse caminho tem cheiro morte. 




[29 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: ultima exposição da carta de Paulo ao Romanos via



[28 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: toda segunda feira uma exposição da carta de Paulo ao Romanos via



[27 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: toda segunda feira uma exposição da carta de Paulo ao Romanos via


Sempre que se obedece à Escritura por causa dela mesma, se está cedendo à tentação do Diabo! 

Não é de estranhar, portanto, que o pai da fé, Abraão, tenha vivido pela fé na Palavra antes de haver Escritura, mostrando-nos assim, que a Palavra precede a Escritura. 

A fé vem pelo ouvir-escutar-crer-render-se à Palavra. 

E a pregação só é Palavra se o Espírito estiver soprando. Do contrário, é só prega-ação! 

E a pregação que não é Palavra é apenas estudo bíblico, podendo gerar mais doença do que libertação. 

A grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra. As Escrituras se iluminam como a Palavra somente quando aquele que a busca tem como motivação o encontro com a Palavra de Deus. Ou quando o Deus da Palavra fala antes ao coração! 

A Bíblia é o Livro. 

A Escritura é o Texto. 

A Palavra É! 

“Escritura” sem Deus é apenas um texto religioso aberto à toda sorte de manipulações! 

No genuíno encontro com Deus e com a Palavra, a Escritura vem depois. 

Sim! A Escritura vem bem depois! 

O processo começa com a testificação do Espírito — pelo testemunho da Palavra de que somos filhos de Deus (Atos 16:14; Romanos 8:14-17; 10:17). 

Depois, nos aproximamos da Escritura, pela Palavra. Então, salvos da “Escritura” pela Palavra, estudamo-la buscando não o seu poder ou o seu saber, mas a “revelação” imponderável acerca da natureza e da vontade de Deus, que daquele “encontro”—entre a Escritura, a Palavra e o Espírito — pode proceder. 

Para tanto, veja João 5:39-40, onde o exame das Escrituras só se atualiza como vida se acontecer em Cristo. 

Um exemplo do que digo é a tentação de pular do Pináculo do Templo. Tinha uma “base bíblica”— se levarmos em conta a Escritura como sendo a Palavra. Mas o que Jesus identificou ali foi a Escritura sem a Palavra. 

Um ser pré-disposto ao sucesso teria pulado do Pináculo em “obediência” à Escritura e à sua literalidade, violando, para sua própria morte, a Palavra. 

Sim! Estava escrito. 

Porém, não estava dito! 

Ora, é em cima do que está escrito mas não está dito, que não só cometemos “suicídios”, mas também “matamos” aqueles que se fazem “discípulos” de nossa arrogância, os quais, motivados pelas nossas falsas promessas, atiram-se do Pináculo do Templo abaixo.

E é também por causa desse tipo de obediência à letra da Escritura que nós morremos. 

A letra mata! 

Olhamos em volta e vemos o Livro de Deus em todas as prate-Lei-ras. Vemos o povo carregando-o sob o braço e percebemos que eles são apenas “consumidores de Bíblias”. 

Vemos seus lideres e os percebemos, muitas vezes, apenas como “mercadejadores” de Bíblias e dos “esquemas” e “programas” que se derivam do marketing que oferece e vende sucesso em “pacotes em nome de Jesus”. 

Sim! E isso tudo não porque nos faltem Bíblias e muito menos acesso à Palavra. 

O que nos falta é buscar a Deus por Deus. 

O que nos falta é sermos filhos amados de Deus não porque isto nos dá status Moral sobre uma sociedade que não é mais perdida que a própria “igreja”, coletivamente falando, é claro! 

O que nos falta é a alegria da salvação, sendo essa alegria apenas fruto de gratidão. 

É somente na Graça que a leitura da Bíblia tem a Palavra para o coração humano. Sem a iluminação do Espírito a Bíblia é apenas o mais fascinantes de todos os best-sellers. 




[26 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: toda segunda feira uma exposição da carta de Paulo ao Romanos via



[25 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: toda segunda feira uma exposição da carta de Paulo ao Romanos via



[24 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: toda segunda feira uma exposição da carta de Paulo ao Romanos via



[23 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: toda segunda feira uma exposição da carta de Paulo ao Romanos via


Após o tédio de Levítico, eu estava animado para ir para um novo livro com (espero) mais ação e menos leis. Números começa com um monte de contas e eu estava começando a pensar que eu precisaria de algumas doses de café forte para passar por este livro quando, de repente, elas terminaram a contagem e as coisas legais começaram a acontecer. 

Aqui estão algumas das passagens que julgo legal: 

Fogo e nuvens (capítulo 9) - Quando os israelitas estavam acampados tiveram uma espécie de "tenda" onde eles armazenavam todas as coisas santas e onde Deus e Moisés saiam. Durante o dia, um pilar de nuvens ficava acima dele e à noite uma coluna de fogo. Nuvens durante o dia é até normal, eu acho. Mas um pilar flutuante de fogo durante a noite? IMPRESSIONANTE. Eu adoraria isso na minha casa. 

Gigantes mutantes! (Capítulo 13) - Você pode se lembrar de ouvir sobre esses caras em Gênesis. Alguns anjos caídos procriaram com os seres humanos e os seus descendentes viraram uma espécie de gigante mutante chamado Nephilim. Aqui está uma palavra de conselho: Se você está sempre contando uma história para alguém e parece que eles estão perdendo o interesse, jogar alguns gigantes mutantes. Garantem atenção imediata. 

Teoria da Terra com fome (capítulo 16) ...alguns caras e suas famílias foram confrontadas por Moisés porque eles fizeram algo errado e então o chão se abre e engole-os. Na verdade, descreve desta forma: Eles desceram vivos para o reino dos mortos, com tudo o que possuíam, a terra se fechou sobre eles, e eles pereceram e foram embora da comunidade (16:33). Awww yeah! Eita Deus!!!!!! 

Serpente em um mastro! (Capítulo 21) - Os israelitas começam a choramingar e Deus decide dar-lhes algo para reclamar e envia serpentes venenosas para atacá-los (que diabo, isso é o que eu faço com as pessoas que reclamam demais). Em seguida, os israelitas murmuram tipo: "Opa... espere, não é isso que queríamos dizer! Estamos felizes agora! Não deixe que as cobras nos matem! Então Deus orienta Moisés a colocar uma serpente de bronze em um poste para que quem veja e não morram. 

Você fala como um burro? Seu burro!!! (capítulo 22) - Isto pode levar o premio para a mais estranha história da Bíblia. Deus fala com um cara chamado Balaão através da boca de uma jumenta. Eu amo como a Bíblia conta a história porque não há outro indício de quão estranho ela seja. Deus fala com Balaão através da jumenta e Balaão apenas o responde de volta - como se um burro falante não fosse grande coisa. Por essa e outras que gosto do Velho Testamento. Cada historia louco. 

Ao longo desses relatos é realmente legal ver Deus continuando a trabalhar com essas pessoas. Eles estão constantemente reclamando e resmungando, nunca parece apreciar tudo o que ele tem feito por eles, mas ele ainda trabalha com eles. Uau... É só comigo ou essa observação acontece com você também? 

Adaptação e tradução: Juliano Fabricio (#Word [Palavra] é uma série de designs para livros da Bíblia). Descubra mais #Word.



[22 - Não Me Envergonho do Evangelho] 

Obs: toda segunda feira uma exposição da carta de Paulo ao Romanos via

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