“Na verdade, somente o amor, e somente ele, é capaz de ver a pessoa na sua singularidade, como o indivíduo absoluto que é. Neste sentido, o amor possui importante função cognitiva. E esta função cognitiva já foi talvez compreendida e reconhecida quando, em hebraico, o ato de amor e o ato de conhecimento foram designados pela mesma palavra.”
Viktor E. Frankl - psiquiatra austríaco que sobreviveu a Auschwitz
