Os entraves entre a ciência e a religião ainda estão longe de ter um fim amigável. Apesar de a ciência estudar e revelar os mistérios da criação de Deus, cientistas estão longe de harmonizar a ciência com a religião. Isto se dá principalmente no âmbito da origem do universo, parecendo inconcebível a idéia de um criador supremo que fez tudo em seis dias!
No mundo científico ainda existem alguns pesquisadores adeptos ao criacionismo ou design inteligente, mas esse ainda é um número ilusório perto da massacrante comunidade científica que coloca a evolução como paradigma. Prova disso é o fato de que o biólogo Michael Reiss foi forçado a renunciar o cargo de diretor da Royal Society, a Academia Britânica de Ciências, depois de manifestar-se a favor da discussão de todas as idéias sobre a origem do universo nas aulas de ciências, incluindo o criacionismo. Ele justificou-se dizendo que, “embora não veja sentido no criacionismo, a discussão ajudaria a evitar que filhos de famílias religiosas se distanciem da ciência”. Mesmo não adepto ao criacionismo, mas apenas por sugeri-lo como ensino em escolas, ele foi forçado a deixar um dos cargos mais importantes da ciência mundial.
A pressão da evolução ainda vai incomodar muito a religião, impedindo o avanço da pregação do evangelho para certas pessoas e em alguns lugares. Apesar de a ciência ser misteriosa e bela em alguns aspectos, deveríamos dar ouvido ao conselho dado a Timóteo: “guarda o depósito que te foi confiado, evitando as conversas vãs e profanas e as oposições da falsamente chamada ciência”. I Timóteo 6:20