Vivemos em uma sociedade cristã ou pós-cristã que está muito preocupada com o comportamento! A Igreja talvez seja a maior guardiã do “bom comportamento”. Nela existe uma extensa cartilha sobre bons comportamentos. Desde muito cedo aprendemos sobre os comportamentos aceitáveis e aqueles que são abominados.
No entanto, quando lemos os evangelhos vemos um Jesus bem livre quanto à comportamento! Ele andou com aqueles que tinham péssimos comportamentos. Jesus sabia que o comportamento não era o problema para ser resolvido, o problema era o coração! Quantas vezes ele foi além do comportamento para se ater às motivações do coração. Talvez por isso, quem mais sofreu com essa abordagem tenha sido os fariseus. Eles eram bons de comportamento, mas péssimos de motivações! E, para nossa surpresa, muitos que tinham um péssimo comportamento se mostraram bem flexíveis em questionar e deixarem transformar seus corações. “Como está o seu coração, por trás de seus comportamentos?” – essa deveria ser a pergunta!
Policiais de comportamento tem uma tarefa mais fácil, mas, em grande parte, uma tarefa hipócrita e sem compaixão nenhuma. O artesão de corações tem uma tarefa mais árdua, mas o fruto é muito saudável e duradouro! O policial prende, vigia, mata; o artesão liberta, ama, molda.
Vigia e ora! Vigia o coração e não o comportamento! Que possamos aprender a pastorear os nossos corações, deixando de atacar o comportamento como o fim em si!
Policial de comportamento ou artesão de coração, o que você quer ser?
No entanto, quando lemos os evangelhos vemos um Jesus bem livre quanto à comportamento! Ele andou com aqueles que tinham péssimos comportamentos. Jesus sabia que o comportamento não era o problema para ser resolvido, o problema era o coração! Quantas vezes ele foi além do comportamento para se ater às motivações do coração. Talvez por isso, quem mais sofreu com essa abordagem tenha sido os fariseus. Eles eram bons de comportamento, mas péssimos de motivações! E, para nossa surpresa, muitos que tinham um péssimo comportamento se mostraram bem flexíveis em questionar e deixarem transformar seus corações. “Como está o seu coração, por trás de seus comportamentos?” – essa deveria ser a pergunta!
Policiais de comportamento tem uma tarefa mais fácil, mas, em grande parte, uma tarefa hipócrita e sem compaixão nenhuma. O artesão de corações tem uma tarefa mais árdua, mas o fruto é muito saudável e duradouro! O policial prende, vigia, mata; o artesão liberta, ama, molda.
Vigia e ora! Vigia o coração e não o comportamento! Que possamos aprender a pastorear os nossos corações, deixando de atacar o comportamento como o fim em si!
Policial de comportamento ou artesão de coração, o que você quer ser?
Juliano Fabricio
