Como somos hipócritas para dividirmos os pecados na igreja. Temos os pecados que Deus gosta menos e os que Deus abomina, já notaram?
O mais de todos é o adultério, talvez por fazer parte do dos dez mandamentos, longe de eu achar que este seja apenas mais uma tradição, pois destrói muita coisa boa. Ele acompanha a humanidade enquanto ela existe. Os homens e mulheres se apaixonam e muitos com casamentos esfarrapados, arranjados, não conseguem manter a fidelidade conjugal. No passado bem próximo o adultério quase que servia como pecado somente para mulheres – como se Deus não fosse inteligente o bastante para conhecer o coração do sexo masculino. Tendo analisar junto a este pecado o perdão, a restauração, sempre é bom analisar também, que quem adúltera quase sempre não o faz sem uma parcela de culpa do seu cônjuge. Carências mal resolvidas, conversas e relacionamentos íntimos mal resolvidos levam facilmente ao adultério. Nunca querendo justificá-lo, vemos que ele toma na lista de pecados aquele que Deus menos gosta. Será assim, será que não temos em nós coisas mais desagradáveis do este pecado: onde ficam as mentirinhas que contamos, quem é o pai dela, que Jesus fala. Onde fica o orgulho que passa despercebido na nossa lista de pecado, este que é o pai de todos, que é o pai da independência do homem do relacionar com Deus preferindo dirigir-se a si mesmo, do que tendo a misericórdia e o amor da dependência de Deus, que na viração do dia conversava carinhosamente com o homem. Vemos disputas para ver quem é o maior a todo o momento no cristianismo: disputas de igrejas, disputa de cargos, orgulho espiritual, orgulho financeiro. Jesus ao detectá-lo lava os pés dos apóstolos e diz que para ser grande no reino tem tratar o orgulho. À medida que aproximarmos do trono do poder de Deus temos que abaixar mais, mas às vezes vemos que é o contrário.
E divisões, facções, que Paulo sempre nos lembra. Quantos por motivos espúrios dividiram igrejas, criaram grupos de guerrilha espiritual em nome de supostas verdades e dons, machucando pessoas, levando-as a abandonarem a igreja por causa de brigas. Muitos condenam um adúltero ao fogo eterno e faz pior que ele machucando crianças e famílias atrás de busca de poder, e ainda dizem: Deus me chamou para isto. Meu querido o pecado mais combatido na Bíblia, sem dúvidas, foi o farisaísmo, substantivo usado por Jesus para hipocrisia. A hipocrisia é um câncer aberto, pois ela não quebranta o homem, atrás dela ele se esconde de dogmatismo, de sua ignorância e verdades pessoais. Jesus a mostra nitidamente em João oito no caso da mulher pega em adultério que os pecados de orgulho e hipocrisia dos fariseus não eram maiores que os delas de adultério. Ele disse para ela vai e não peques mais, mais depois de derramar tanto amor no coração dela, de dar tanta esperança a ela. Os outros condenados pelos seus pecados “menores” deixaram as pedras no chão e não teviram a coragem dela de enfrentar o amor do olhar do Rei.
Pensando assim é que I João enfatiza que quem não está sem pecado é mentiroso e a verdade não habita nele. Quem anda na luz sabe que precisa da graça para viver. Não conseguimos passar por esta vida sem pecar: irar, condenar, julgar, desejar o insucesso do outro. Tudo isto é pecado grande, não têm tamanho. Certamente que pecados como matar, roubar atinge muito o próximo, eles envolvem o lado social, mas não quer dizer que são pesados ou menos para Deus, todos são pecados e pecamos quase todos os dias.
O que resta fazer neste tempo de reforma? Entender profundamente o lado redentorista do Cristo que é aprender com os erros e continuar crescendo rumo a vencer nossas fraquezas. O Cristo nos chama a graça, ao perdão com a visão de crescimento, isto é ser redentorista e não ser tão fatalista como a lei mosaica (ferro com ferro se fere).
O amor a Deus, a mim e ao outro é que nos dirige, é nossa estrada para andar, sigamos com o amor e vamos aprendendo a dar os nomes certos nas coisas, e, acima de tudo, termos corações misericordiosos para conosco e com os outros, pois a misericórdia cobre muitos pecados, como a Palavra diz.
Paz do Verbo,
Silvério Peres. http://silverioperes.wordpress.com/
O mais de todos é o adultério, talvez por fazer parte do dos dez mandamentos, longe de eu achar que este seja apenas mais uma tradição, pois destrói muita coisa boa. Ele acompanha a humanidade enquanto ela existe. Os homens e mulheres se apaixonam e muitos com casamentos esfarrapados, arranjados, não conseguem manter a fidelidade conjugal. No passado bem próximo o adultério quase que servia como pecado somente para mulheres – como se Deus não fosse inteligente o bastante para conhecer o coração do sexo masculino. Tendo analisar junto a este pecado o perdão, a restauração, sempre é bom analisar também, que quem adúltera quase sempre não o faz sem uma parcela de culpa do seu cônjuge. Carências mal resolvidas, conversas e relacionamentos íntimos mal resolvidos levam facilmente ao adultério. Nunca querendo justificá-lo, vemos que ele toma na lista de pecados aquele que Deus menos gosta. Será assim, será que não temos em nós coisas mais desagradáveis do este pecado: onde ficam as mentirinhas que contamos, quem é o pai dela, que Jesus fala. Onde fica o orgulho que passa despercebido na nossa lista de pecado, este que é o pai de todos, que é o pai da independência do homem do relacionar com Deus preferindo dirigir-se a si mesmo, do que tendo a misericórdia e o amor da dependência de Deus, que na viração do dia conversava carinhosamente com o homem. Vemos disputas para ver quem é o maior a todo o momento no cristianismo: disputas de igrejas, disputa de cargos, orgulho espiritual, orgulho financeiro. Jesus ao detectá-lo lava os pés dos apóstolos e diz que para ser grande no reino tem tratar o orgulho. À medida que aproximarmos do trono do poder de Deus temos que abaixar mais, mas às vezes vemos que é o contrário.
E divisões, facções, que Paulo sempre nos lembra. Quantos por motivos espúrios dividiram igrejas, criaram grupos de guerrilha espiritual em nome de supostas verdades e dons, machucando pessoas, levando-as a abandonarem a igreja por causa de brigas. Muitos condenam um adúltero ao fogo eterno e faz pior que ele machucando crianças e famílias atrás de busca de poder, e ainda dizem: Deus me chamou para isto. Meu querido o pecado mais combatido na Bíblia, sem dúvidas, foi o farisaísmo, substantivo usado por Jesus para hipocrisia. A hipocrisia é um câncer aberto, pois ela não quebranta o homem, atrás dela ele se esconde de dogmatismo, de sua ignorância e verdades pessoais. Jesus a mostra nitidamente em João oito no caso da mulher pega em adultério que os pecados de orgulho e hipocrisia dos fariseus não eram maiores que os delas de adultério. Ele disse para ela vai e não peques mais, mais depois de derramar tanto amor no coração dela, de dar tanta esperança a ela. Os outros condenados pelos seus pecados “menores” deixaram as pedras no chão e não teviram a coragem dela de enfrentar o amor do olhar do Rei.
Pensando assim é que I João enfatiza que quem não está sem pecado é mentiroso e a verdade não habita nele. Quem anda na luz sabe que precisa da graça para viver. Não conseguimos passar por esta vida sem pecar: irar, condenar, julgar, desejar o insucesso do outro. Tudo isto é pecado grande, não têm tamanho. Certamente que pecados como matar, roubar atinge muito o próximo, eles envolvem o lado social, mas não quer dizer que são pesados ou menos para Deus, todos são pecados e pecamos quase todos os dias.
O que resta fazer neste tempo de reforma? Entender profundamente o lado redentorista do Cristo que é aprender com os erros e continuar crescendo rumo a vencer nossas fraquezas. O Cristo nos chama a graça, ao perdão com a visão de crescimento, isto é ser redentorista e não ser tão fatalista como a lei mosaica (ferro com ferro se fere).
O amor a Deus, a mim e ao outro é que nos dirige, é nossa estrada para andar, sigamos com o amor e vamos aprendendo a dar os nomes certos nas coisas, e, acima de tudo, termos corações misericordiosos para conosco e com os outros, pois a misericórdia cobre muitos pecados, como a Palavra diz.
Paz do Verbo,
Silvério Peres. http://silverioperes.wordpress.com/




CARLA STOPA disse...
Muito sábio...