Como adulto a alegria esteve sempre patente. Apreciava a boa comida e bebida. Fumava e era contra a cruzada anti-tabágica.
Mas defendia limites; o tal tudo nos é permitido em troca de um pouco que nos é negado, isto é, não transformar o prazer associado às coisas elementares à vida em vício.
“Devemos agradecer a Deus por cerveja e por vinho Burgundy, evitando beber em excesso.”
Conclui que a maneira mais apropriada de expressar gratidão a essa entidade é cultivar humildade e discrição.
“O homem livre tem controle de si.
Pode prejudicar-se pelo excesso de comida ou bebida, pelo vício do jogo. Se o fizer é um idiota, e possivelmente uma alma perdida; mas se ele não o puder fazer, não é mais livre do que um cão.”
Juliano Fabricio
concordando com o polêmico G. K. Chesterton
[#conhecido como o "príncipe do paradoxo" pelo
conteúdo argumentativo brilhante de sua obra.]
