#4. Os que têm Fome e Sede de Justiça – Serão Fartos. É o desejo ardente de repartir, de compartilhar, de distribuir o que recebemos. Quando se preparava para tomar a Ceia com seus amigos, Jesus disse: “Tenho desejado ardentemente tomar essa páscoa convosco”. Lc 22 Sua fome e sede eram de Comunhão, de amizade, de igualdade – de EQUIDADE.
Sua Vontade foi de abrir mão dos Seus direitos, e atribuir aos outros o que só pertencia a Ele. Ele não pensou em si mesmo e, na mesma noite em que foi traído, Ele repartiu o pão. Por isso o Pai o ama, e está pronto a atender todos os Seus desejos. A palavra revela que as orações que visam nosso próprio interesse, não são recebidas no céu. No momento que antecedia a crucificação, Jesus vai falar com o Pai.
Quando o normal seria que Ele estivesse tratando de seus interesses imediatos; nós o encontramos intercedendo por todos os seus amigos. O diabo quis se aproveitar das ocasiões em que Jesus externou suas necessidades; primeiro no deserto e depois na cruz, ele tentou induzi-lo a pensar em si mesmo. Sua intenção era fazer com que Jesus colocasse seus direitos em primeiro lugar. A obsessão de fazer valer os direitos pessoais é a raiz da injustiça – a iniqüidade. O cristão bem-aventurado é aquele que, quando encontra um tesouro, não o esconde só para si; mas, volta para buscar outros com quem possa reparti-lo.
PONTO DE TRANSIÇÃO DO SUBJETIVO PARA O OBJETIVO; DA MOTIVAÇÃO PARA A AÇÃO. Até aqui temos analisado os aspectos da bem-aventurança no campo das convicções. É o processo que vai do momento em que a semente é plantada, até sua germinação. A partir daqui veremos o broto aflorar, e nossas convicções se transformarem em testemunho. Há uma relação direta entre cada aspecto da primeira fase com o outro da segunda fase. Para facilitar essa compreensão vamos combinar algarismos da primeira com a segunda fase.
No próximo post será sobre “Os Misericordiosos”. Confiram...
Fonte: Ouvindo muito o Dr. Russel Shedd.
